segunda-feira, 17 de abril de 2017

Vestimentas

Caminhando pelas ruas da cidade,  muitas vezes olhamos para outras pessoas e achamos estranha a forma de vestir.
Ou as calças são demasiado curtas ou demasiado largas; ou as camisolas são de um modelo que já não se usa há anos ou estão coçadas, quase já sem que se lhe possa dar uso; ou o casaco tem as magas curtas ou os ténis parecem apertados.

Às vezes algumas vestimentas fazem nos rir, por serem diferentes ou parecerem estar um pouco fora dela, digamos.

No outro dia fui ao ginásio e dei por mim a apreciar as pessoas à minha volta e a sua forma de vestir.
Há de facto vestes estranhas, com cores sem nexo ou tamanhos pouco apropriados.
Mas será que essas pessoas vestem o que podem comprar?
Ou vestem o que lhes dão?
Ou vestem pura e simplesmente o que lhes apetece porque é mesmo assim que gostam?

Quero crer que muitas pessoas se vestem com o que podem, mas ultimamente parece-me que muitos se vestem com o que lhes dão! É verdade que existem muitas lojas de roupas bastante em conta, pelo que andar "mal" vestido pode ser apenas desleixo.
Mas será?!
Parece-me que a pobreza extrema aumentou em muito nos últimos anos e muitas pessoas aproveitam muitas das roupas que a nós já não nos servem para vestir.
Seremos demasiado consumistas? Acho que muitas vezes sim, somos!
No entanto, se podermos dar as nossas coisas para uma segunda vida, não deixemos de o fazer.



quinta-feira, 13 de abril de 2017

Safira

Minha Safira.
 
Há três anos foste apresentada ao público.
Aos meus amigos, à minha família.

Neste dia consegui reunir as pessoas mais importantes da minha vida num só espaço. É certo que uma ou outra faltou, mas o essencial estava lá.

Neste dia deixaste de ser minha e passaste a ser de TODOS.

Tenho muito orgulho nesta girafa, que nasce de um sonho meu só possível de concretizar com a ajuda de muitas pessoas que me apoiaram em todo o processo, mas nasceu principalmente da ajuda do meu irmão João Forte. Obrigada mano! Nunca viverei os anos suficientes para te agradecer o que sempre foste, és e serás para mim. 

Boas leituras! 


Quem sabe se o volume II possa um dia ser editado?!