Ainda a propósito da perca de peso...
Escrevo para mim, porque gosto de me ler. Não tenho pretensões de ser seguida por milhões, este blog nasce desta minha paixão pelas letras, que juntas formam palavras que formam frases e pensamentos meus. Leiam-me, se gostarem. Sigam-me, se quiserem!
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Mãe vs Treino
Ser Mãe. Ser Fit.
Bem, durante a gravidez engordei 17 kg. É verdade, apesar de não ter comido por dois, a minha tendência para engordar é grande e não consegui ficar-me pelos tão desejados 10 - 12 kg.
Mas agora, dois meses depois da cesariana, ainda tenho muito trabalho pela frente, apesar de já ter perdido 10 kg.
A Catarina nasceu e atrás dela ficou uma barriga, digamos, proeminente.
Quem me conhece sabe que, apesar de não ser propriamente uma pessoa "fibrada", gostava muito de ginásio e ia com alguma frequência. Quando soube que estava grávida, em Setembro de 2017, cancelei o ginásio e entretanto em Janeiro inscrevi-me numas aulas tipo pilates próprias para grávidas.
Agora, depois de 39 semanas de gestação e 8 semanas pós parto e mais 17 kg desde que engravidei e mais 22 kg desde que deixei de tomar a pílula, retomei o exercício físico.
Uma vez por semana frequento uma Aula Pós Parto, na Árvore dos Bebés, em Loures, e todos os dias em casa tento fazer uma série de exercícios, que vejo num canal do YouTube.
Mudei alguns hábitos alimentares - tendo cuidado por causa da amamentação -, voltei a comer sopa e queijo fresco ao jantar, beber muita água, ao almoço tentar comer mais grelhados e saladas.
É uma fase complicada.
Aliás, para mim tem sido difícil emagrecer e quem me conhece sabe o quanto isto mexe comigo e com o meu estar. Nunca tive barriga como tenho agora, nunca pesei o que peso agora e apesar de estar e me sentir feliz, a verdade é que isto me entristece, pois demora a recuperar.
Nesta fase ainda nem sequer posso fazer todo e qualquer tipo de exercício abdominal, não posso correr só caminhar, mas o que posso fazer já tenho feito.
Interiorizei esta ideia de ficar melhor do que estava antes e vou levá-la até ao fim.
Detesto olhar para o meu roupeiro e nada me servir; as minhas calças de pré mãe não me servem; passei de um M para um L; vou aos saldos e não compro nada porque não é o meu número.
Mas, tal como a maternidade é muito difícil no primeiro mês e vai melhorando à medida que os dias passam, também acredito que com o nosso corpo aos 37 anos é assim: coisas boas levam tempo!
Por isso, 2 meses depois da cesariana, comecei o meu plano de tonificar e perder peso.
Objectivo: perder 7 kg inicialmente (peso que ainda tenho a mais desde que engravidei) e posteriormente perder mais 5 a 8 kg para voltar ao peso que acho bom para mim.
Enquanto a Catarina dorme...eu faço ginástica em casa! Não há desculpas, estamos em casa e temos tempo para nós - bastam 20 / 30 minutos.
Bem, durante a gravidez engordei 17 kg. É verdade, apesar de não ter comido por dois, a minha tendência para engordar é grande e não consegui ficar-me pelos tão desejados 10 - 12 kg.
Mas agora, dois meses depois da cesariana, ainda tenho muito trabalho pela frente, apesar de já ter perdido 10 kg.
A Catarina nasceu e atrás dela ficou uma barriga, digamos, proeminente.
Quem me conhece sabe que, apesar de não ser propriamente uma pessoa "fibrada", gostava muito de ginásio e ia com alguma frequência. Quando soube que estava grávida, em Setembro de 2017, cancelei o ginásio e entretanto em Janeiro inscrevi-me numas aulas tipo pilates próprias para grávidas.
Agora, depois de 39 semanas de gestação e 8 semanas pós parto e mais 17 kg desde que engravidei e mais 22 kg desde que deixei de tomar a pílula, retomei o exercício físico.
Uma vez por semana frequento uma Aula Pós Parto, na Árvore dos Bebés, em Loures, e todos os dias em casa tento fazer uma série de exercícios, que vejo num canal do YouTube.
Mudei alguns hábitos alimentares - tendo cuidado por causa da amamentação -, voltei a comer sopa e queijo fresco ao jantar, beber muita água, ao almoço tentar comer mais grelhados e saladas.
É uma fase complicada.
Aliás, para mim tem sido difícil emagrecer e quem me conhece sabe o quanto isto mexe comigo e com o meu estar. Nunca tive barriga como tenho agora, nunca pesei o que peso agora e apesar de estar e me sentir feliz, a verdade é que isto me entristece, pois demora a recuperar.
Nesta fase ainda nem sequer posso fazer todo e qualquer tipo de exercício abdominal, não posso correr só caminhar, mas o que posso fazer já tenho feito.
Interiorizei esta ideia de ficar melhor do que estava antes e vou levá-la até ao fim.
Detesto olhar para o meu roupeiro e nada me servir; as minhas calças de pré mãe não me servem; passei de um M para um L; vou aos saldos e não compro nada porque não é o meu número.
Mas, tal como a maternidade é muito difícil no primeiro mês e vai melhorando à medida que os dias passam, também acredito que com o nosso corpo aos 37 anos é assim: coisas boas levam tempo!
Por isso, 2 meses depois da cesariana, comecei o meu plano de tonificar e perder peso.
Objectivo: perder 7 kg inicialmente (peso que ainda tenho a mais desde que engravidei) e posteriormente perder mais 5 a 8 kg para voltar ao peso que acho bom para mim.
Enquanto a Catarina dorme...eu faço ginástica em casa! Não há desculpas, estamos em casa e temos tempo para nós - bastam 20 / 30 minutos.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Minha Receita da Felicidade
Ingredientes:
Amor, saúde, felicidade, harmonia, cumplicidade, humor e uma pitada de mau feitio;
Juntar o amor, com a saúde e a felicidade.
Mexer bem e deixar a repousar.
Depois, juntar a harmonia, a cumplicidade, o humor, em doses iguais, à pitada de mau feitio.
Mexer levemente, até que tudo fique uniforme.
Depois, colocar tudo numa taça nova, limpa, dar só uma ou duas voltas e deixar cozinhar a 80 graus, mexendo sempre sem parar para não deixar que nada se evapore.
Vá provando para verificar que está sempre tudo no ponto.
Se faltar alguma coisa entretanto, repita algum dos procedimentos, juntando-lhe uma pitada do que acha que está em falta.
Vai ver que a receita da felicidade resulta sempre.
Desde que cada um a ajuste às suas rotinas, acrescentando ou retirando um ou mais ingredientes ao longo da cozedura. Se achar que falta algum ingrediente à base, acrescente a gosto. É sempre bem vindo quem vier por bem.
Contudo, para que resulte, a receita inicial tem que conter sempre estes ingredientes base, para nunca comprometer a estrutura.
Depois é ir ajustando ao longo do tempo.
E servir sempre quentinho.
Bom apetite!
Amor, saúde, felicidade, harmonia, cumplicidade, humor e uma pitada de mau feitio;
Juntar o amor, com a saúde e a felicidade.
Mexer bem e deixar a repousar.
Depois, juntar a harmonia, a cumplicidade, o humor, em doses iguais, à pitada de mau feitio.
Mexer levemente, até que tudo fique uniforme.
Depois, colocar tudo numa taça nova, limpa, dar só uma ou duas voltas e deixar cozinhar a 80 graus, mexendo sempre sem parar para não deixar que nada se evapore.
Vá provando para verificar que está sempre tudo no ponto.
Se faltar alguma coisa entretanto, repita algum dos procedimentos, juntando-lhe uma pitada do que acha que está em falta.
Vai ver que a receita da felicidade resulta sempre.
Desde que cada um a ajuste às suas rotinas, acrescentando ou retirando um ou mais ingredientes ao longo da cozedura. Se achar que falta algum ingrediente à base, acrescente a gosto. É sempre bem vindo quem vier por bem.
Contudo, para que resulte, a receita inicial tem que conter sempre estes ingredientes base, para nunca comprometer a estrutura.
Depois é ir ajustando ao longo do tempo.
E servir sempre quentinho.
Bom apetite!
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Sobrevivemos ao 1º Mês
Agora que já passou um mês, já posso desabafar à vontade.
A maternidade é muito difícil. Porra!
Não fosse o pai da criança ter os primeiros 15 dias connosco de licença e acho que tudo desabava com muita facilidade.
Cada semana é uma etapa distinta. Isto para não dizer "cada dia"!
Se não é por causa do comer é por causa das cólicas, se não são cólicas nem comida é por causa dos sonos trocados. Todos os dias são diferentes. Mas o cansaço é igual. E é muito.
Na primeira / segunda semana em casa, tínhamos de acordá-la de 2 em 2 horas para mamar. Perdeu muito peso desde que nasceu e tinha que o recuperar entretanto. Tive dificuldades na amamentação, no inicio não pegava muito bem, até que depois da primeira consulta de enfermagem no centro de saúde as coisas melhoraram. E engordou. Engordou tão bem que depressa passou a ser desnecessário acordá-la para mamar; passou a acordar sozinha, por regra de 3 em 3 horas.
Na terceira semana tudo parecia encaminhar. Comia bem, dormia bem.
Só que não.
Comer ainda lá vai, agora dormir...ui... A moça tem mau dormir, dorme com o "fole" aberto, sempre a palrar sozinha. Não sei se a sonhar ou não, mas não deixa o pai dormir. Eu já me habituei a estes sons, estamos juntas todo o dia, todos os dias, e nas sestas diurnas é igual, a diferença é o silêncio da noite, onde qualquer som parece pior do que na realidade é.
Eu acabo por adormecer a ouvi-la palrar enquanto sonha e dorme. E aquele primeiro sono nocturno vale ouro! Quando acordo de repente, olho para o relógio, e vejo que só passou uma hora. Mas pareceu-me na realidade quatro horas. E ela continua, a dormir e a falar "sozinha".
Mas e o resto?
Tudo na minha / nossa vida se alterou.
De repente e sem ninguém avisar.
Sabíamos que a maternidade iria ser difícil, mas nunca pensei que fosse tanto.
Começa logo por uma parte essencial neste processo, que é a mãe, não estar a 100%, logo na altura em que mais o bebé precisa dela. Mas quem diria que a dormir só 2 ou 4 horas por dia o meu corpo iria aguentar tanto?
Será que aquilo que dormimos na gravidez afinal acumula em horas para gastar no primeiro mês de vida do nosso filho?
Só pode!
O corpo reservou nalgum lugar estes créditos!
Só passou um mês, é certo.
Mas as mudanças são muitas. E ninguém está preparado para elas, por mais que queiras ser mãe, ser pai, ninguém sabe o que nos espera.
A natureza tem de facto um papel importante neste processo: faz nos esquecer rápido as privações iniciais de cuidar de um recém nascido. Por isso é que há irmãos no mundo, senão ninguém teria coragem para voltar a ter filhos! Por mim falo, que enquanto me lembrar de tudo isto, só tenho olhos para a Catarina, não quero mais filhos.
O primeiro mês é todo ele uma aprendizagem mútua:
- a mãe aprende com o filho;
- o filho aprende com a mãe;
- a mãe e o pai aprendem juntos;
- o filho aprende com os pais, TUDO!
Um recém nascido não sabe nada.
Não sabe comer, não sabe usar as mãos, não sabe chuchar. Teremos o papel mais importante de todos nesta vida: ensinar. Educar será mais à frente, para já ensinar é a palavra mais correta.
Este exaustivo primeiro mês tem um sabor um pouco agridoce: damos muito ao bebé e recebemos pouco em troca. Ele faz pouco para além de comer, dormir e necessidades. E nós fazemos pouco mais do que lhe dar maminha, trocar a fralda e aconchegar para dormir da melhor forma, envoltos em cansaço extremo.
No entanto, é um mês muito importante para estabelecermos laços.
Aproveitamos para dar amor, carinho, conversar com ela, acalmar quando chora, dar colinho, fazer massagens para aliviar as dores, dar banho, usar roupas lavadas e bonitas, mima la dos pés à cabeça.
Conversamos muito com ela - eu tento cantar, mas não é o meu forte.
Estamos a aprender a viver a três. E tem sido uma aventura daquelas com direito a bolinha no canto direito do ecrã. Mas temos a certeza que tudo valerá a pena. Para já, tem valido!
Pais Felizes. Filhos Felizes.
Este é o meu lema.
Para a frente é o caminho.
Que A Aventura das nossas vidas continue...
A maternidade é muito difícil. Porra!
Não fosse o pai da criança ter os primeiros 15 dias connosco de licença e acho que tudo desabava com muita facilidade.
Cada semana é uma etapa distinta. Isto para não dizer "cada dia"!
Se não é por causa do comer é por causa das cólicas, se não são cólicas nem comida é por causa dos sonos trocados. Todos os dias são diferentes. Mas o cansaço é igual. E é muito.
Na primeira / segunda semana em casa, tínhamos de acordá-la de 2 em 2 horas para mamar. Perdeu muito peso desde que nasceu e tinha que o recuperar entretanto. Tive dificuldades na amamentação, no inicio não pegava muito bem, até que depois da primeira consulta de enfermagem no centro de saúde as coisas melhoraram. E engordou. Engordou tão bem que depressa passou a ser desnecessário acordá-la para mamar; passou a acordar sozinha, por regra de 3 em 3 horas.
Na terceira semana tudo parecia encaminhar. Comia bem, dormia bem.
Só que não.
Comer ainda lá vai, agora dormir...ui... A moça tem mau dormir, dorme com o "fole" aberto, sempre a palrar sozinha. Não sei se a sonhar ou não, mas não deixa o pai dormir. Eu já me habituei a estes sons, estamos juntas todo o dia, todos os dias, e nas sestas diurnas é igual, a diferença é o silêncio da noite, onde qualquer som parece pior do que na realidade é.
Eu acabo por adormecer a ouvi-la palrar enquanto sonha e dorme. E aquele primeiro sono nocturno vale ouro! Quando acordo de repente, olho para o relógio, e vejo que só passou uma hora. Mas pareceu-me na realidade quatro horas. E ela continua, a dormir e a falar "sozinha".
Mas e o resto?
Tudo na minha / nossa vida se alterou.
De repente e sem ninguém avisar.
Sabíamos que a maternidade iria ser difícil, mas nunca pensei que fosse tanto.
Começa logo por uma parte essencial neste processo, que é a mãe, não estar a 100%, logo na altura em que mais o bebé precisa dela. Mas quem diria que a dormir só 2 ou 4 horas por dia o meu corpo iria aguentar tanto?
Será que aquilo que dormimos na gravidez afinal acumula em horas para gastar no primeiro mês de vida do nosso filho?
Só pode!
O corpo reservou nalgum lugar estes créditos!
Só passou um mês, é certo.
Mas as mudanças são muitas. E ninguém está preparado para elas, por mais que queiras ser mãe, ser pai, ninguém sabe o que nos espera.
A natureza tem de facto um papel importante neste processo: faz nos esquecer rápido as privações iniciais de cuidar de um recém nascido. Por isso é que há irmãos no mundo, senão ninguém teria coragem para voltar a ter filhos! Por mim falo, que enquanto me lembrar de tudo isto, só tenho olhos para a Catarina, não quero mais filhos.
O primeiro mês é todo ele uma aprendizagem mútua:
- a mãe aprende com o filho;
- o filho aprende com a mãe;
- a mãe e o pai aprendem juntos;
- o filho aprende com os pais, TUDO!
Um recém nascido não sabe nada.
Não sabe comer, não sabe usar as mãos, não sabe chuchar. Teremos o papel mais importante de todos nesta vida: ensinar. Educar será mais à frente, para já ensinar é a palavra mais correta.
Este exaustivo primeiro mês tem um sabor um pouco agridoce: damos muito ao bebé e recebemos pouco em troca. Ele faz pouco para além de comer, dormir e necessidades. E nós fazemos pouco mais do que lhe dar maminha, trocar a fralda e aconchegar para dormir da melhor forma, envoltos em cansaço extremo.
No entanto, é um mês muito importante para estabelecermos laços.
Aproveitamos para dar amor, carinho, conversar com ela, acalmar quando chora, dar colinho, fazer massagens para aliviar as dores, dar banho, usar roupas lavadas e bonitas, mima la dos pés à cabeça.
Conversamos muito com ela - eu tento cantar, mas não é o meu forte.
Estamos a aprender a viver a três. E tem sido uma aventura daquelas com direito a bolinha no canto direito do ecrã. Mas temos a certeza que tudo valerá a pena. Para já, tem valido!
Pais Felizes. Filhos Felizes.
Este é o meu lema.
Para a frente é o caminho.
Que A Aventura das nossas vidas continue...
terça-feira, 22 de maio de 2018
Fizeste-me MÃE
Agora, ao olhar para trás já posso respirar um pouco de alívio.
Já passou a primeira semana de vida da minha filha. E que semana!
Nasceu de cesariana de urgência, no melhor dia possível: 06/05/2018 - domingo, Dia da Mãe este ano. E que dia maravilhoso para me fazeres mãe, tua MÃE.
Sem dúvida que a primeira semana foi complicada. Não todos os dias, claro, mas houve alturas, momentos difíceis.
No dia que cheguei da maternidade trazia em falta muitas horas de sono. Acho que nos 3 dias que estive internada apenas dormi meia dúzia.
Em casa tudo será melhor, pensava eu na maternidade. E é! Apesar de difícil nos primeiros dias, tudo é melhor na nossa casa, com as nossas coisas, com a nossa família, no nosso ninho.
Agora que ela já tem quase três semanas não tarda, já consigo respirar de alívio, já consigo viver um pouco melhor a maternidade.
Quando ela chora eu converso com ela, calmamente (também não é miúda de chorar horas a fio);
Quando ela mama fico a contempla-la (até que se engasga);
Quando ela dorme adoro olhar para ela, vê la serena como ninguém, a dormir (é um anjinho esta criança, dorme lindamente de noite e de dia);
Quando ela ri para mim com aquele ar tosco que só os recém nascidos têm, o meu coração não aguenta!
Tive dias que me apetecia chorar por tudo e por nada.
Agora não, choro apenas porque olho para ela, tão perfeitinha, um doce de miúda, calma, serena, sem problemas.
Choro de felicidade, porque aos poucos tudo na vida vai encaixando e tudo tem o seu lugar e espaço nesta família.
Não tive consciência imediata assim que ela nasceu de que eu iria ser mãe, essa consciência só a tive há poucos dias em casa e aconteceu depois de ler um texto emocionante que "um recém nascido escreve à sua mãe". Palavras sábias, onde numa passagem o "bebé diz": "os adultos têm hora certa para tudo, mas eu ainda não entendi essas coisas do relógio, e tarefas estafantes que vocês precisam fazer". Tão verdade. Ela também está a aprender. Tal como nós dois adultos. E a adaptar-se. Ela não sabia comer, não sabia nada. Tudo o que saberá desde o dia em que nasceu, seremos nós e o Mundo a ensinar. Parir foi fácil, o complicado começou depois!
Bem vinda Catarina.
Que sejas uma menina abençoada, com muita saúde e paz, amor e harmonia familiar. Cá estaremos para te amparar, sempre, ensinar o melhor que podemos, dar-te muito amor e ajudar a enfrentar o mundo. Já não és só minha, és nossa e és do Mundo! Agarra-o! É teu.
Afinal, a aventura das nossas vidas está a começar agora...
Já passou a primeira semana de vida da minha filha. E que semana!
Nasceu de cesariana de urgência, no melhor dia possível: 06/05/2018 - domingo, Dia da Mãe este ano. E que dia maravilhoso para me fazeres mãe, tua MÃE.
Sem dúvida que a primeira semana foi complicada. Não todos os dias, claro, mas houve alturas, momentos difíceis.
No dia que cheguei da maternidade trazia em falta muitas horas de sono. Acho que nos 3 dias que estive internada apenas dormi meia dúzia.
Em casa tudo será melhor, pensava eu na maternidade. E é! Apesar de difícil nos primeiros dias, tudo é melhor na nossa casa, com as nossas coisas, com a nossa família, no nosso ninho.
Agora que ela já tem quase três semanas não tarda, já consigo respirar de alívio, já consigo viver um pouco melhor a maternidade.
Quando ela chora eu converso com ela, calmamente (também não é miúda de chorar horas a fio);
Quando ela mama fico a contempla-la (até que se engasga);
Quando ela dorme adoro olhar para ela, vê la serena como ninguém, a dormir (é um anjinho esta criança, dorme lindamente de noite e de dia);
Quando ela ri para mim com aquele ar tosco que só os recém nascidos têm, o meu coração não aguenta!
Tive dias que me apetecia chorar por tudo e por nada.
Agora não, choro apenas porque olho para ela, tão perfeitinha, um doce de miúda, calma, serena, sem problemas.
Choro de felicidade, porque aos poucos tudo na vida vai encaixando e tudo tem o seu lugar e espaço nesta família.
Não tive consciência imediata assim que ela nasceu de que eu iria ser mãe, essa consciência só a tive há poucos dias em casa e aconteceu depois de ler um texto emocionante que "um recém nascido escreve à sua mãe". Palavras sábias, onde numa passagem o "bebé diz": "os adultos têm hora certa para tudo, mas eu ainda não entendi essas coisas do relógio, e tarefas estafantes que vocês precisam fazer". Tão verdade. Ela também está a aprender. Tal como nós dois adultos. E a adaptar-se. Ela não sabia comer, não sabia nada. Tudo o que saberá desde o dia em que nasceu, seremos nós e o Mundo a ensinar. Parir foi fácil, o complicado começou depois!
Bem vinda Catarina.
Que sejas uma menina abençoada, com muita saúde e paz, amor e harmonia familiar. Cá estaremos para te amparar, sempre, ensinar o melhor que podemos, dar-te muito amor e ajudar a enfrentar o mundo. Já não és só minha, és nossa e és do Mundo! Agarra-o! É teu.
Afinal, a aventura das nossas vidas está a começar agora...
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Mês de Maria
Maio
Maio é o quinto mês do calendário
gregoriano e tem 31 dias.
O seu nome é derivado da deusa romana Bona Dea da
fertilidade. Outras versões apontam que a origem se deve à deusa grega Maya,
mãe de Hermes.
Sob o Antigo Regime francês, era costume plantar um "Maio" ou "árvore de Maio" na honra
de alguém. No Condado de Nice moças e rapazes "giravam Maio" ao som
de pífano e tambor, ou seja dançar as rondas de Maio ao redor da árvore de
Maio.
Maio é o mês consagrado à Maria,
mãe de Jesus Cristo, segundo a Igreja Católica, com uso particular da devoção
do Santo Rosário. (fonte wikipedia)
_________________________________________________________________
Confesso que achava que a minha gravidez não fosse "durar" até às 40 semanas. Pensava que mais tardar às 38 teria a minha filha nos braços. Não foi assim e hoje, às 39 semanas e 1 dia ainda seguimos juntas, rumo à semana 40 e mais uns dias.
Apesar de achar que ela iria nascer até final de Abril, fico feliz por nascer apenas em Maio.
Gosto deste mês, além de ser o mês de Maria, é um mês bonito, já em plena primavera, onde tudo é florido, os dias começam a ser maiores, as temperaturas aumentam.
E agora sim, já falta pouco para te vermos.
É só esperar mais um bocadinho e num instante ouviremos o som do teu primeiro "falar": o teu choro.
terça-feira, 1 de maio de 2018
Bem vindo Maio
Maio:
Que tragas contigo muita tranquilidade, muita harmonia, muito amor, muita paciência, muita saúde e acima de tudo o melhor de nós!!
Que tragas contigo muita tranquilidade, muita harmonia, muito amor, muita paciência, muita saúde e acima de tudo o melhor de nós!!
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Truz Truz. Quem é?
Amanhã faremos as 39 semanas.
E é como disse há uma semana atrás: este último mês de gestação parecem seis meses intermináveis. Mas não são. Haja paciência. E eu tenho tanta...
Contudo, esta gravidez para mim está a ser fenomenal, sem sobressaltos, sem problemas, com tudo a correr dentro da possível normalidade, muito descanso e livros e filmes e séries em dia!
Acho que o primeiro filho é como andarmos num longo corredor cheio de portas de um lado e do outro, onde temos que escolher uma, pois só temos uma chave e que só abre uma porta. Teremos que entrar nessa porta, às escuras, sem sabermos o que nos espera do outro lado. E no momento em que a abrimos, verificamos que entrámos num mundo completamente novo, onde teremos que descobrir sozinhas e a dois como caminhar a três a partir daí para a frente.
Não há manuais de instruções.
Tudo será descoberto no dia a dia, segundo após segundo desde aquele momento em que a ouvimos chorar pela primeira vez no bloco operatório, até ao fim dos nossos dias!
Esta pelo menos é a minha visão, em vésperas de atravessar a porta do desconhecido.
Aguarda-me, aguarda-nos, a viagem mais emocionante das nossas vidas.
Espero ter o bilhete certo e estar preparada para diariamente corresponder às expectativas da minha filha.
Daqui por um ano volto a falar disto, só para contar como é que foi esta primeira travessia (no deserto, onde o sol brilhará no nosso país das maravilhas).
E é como disse há uma semana atrás: este último mês de gestação parecem seis meses intermináveis. Mas não são. Haja paciência. E eu tenho tanta...
Contudo, esta gravidez para mim está a ser fenomenal, sem sobressaltos, sem problemas, com tudo a correr dentro da possível normalidade, muito descanso e livros e filmes e séries em dia!
Acho que o primeiro filho é como andarmos num longo corredor cheio de portas de um lado e do outro, onde temos que escolher uma, pois só temos uma chave e que só abre uma porta. Teremos que entrar nessa porta, às escuras, sem sabermos o que nos espera do outro lado. E no momento em que a abrimos, verificamos que entrámos num mundo completamente novo, onde teremos que descobrir sozinhas e a dois como caminhar a três a partir daí para a frente.
Não há manuais de instruções.
Tudo será descoberto no dia a dia, segundo após segundo desde aquele momento em que a ouvimos chorar pela primeira vez no bloco operatório, até ao fim dos nossos dias!
Esta pelo menos é a minha visão, em vésperas de atravessar a porta do desconhecido.
Aguarda-me, aguarda-nos, a viagem mais emocionante das nossas vidas.
Espero ter o bilhete certo e estar preparada para diariamente corresponder às expectativas da minha filha.
Daqui por um ano volto a falar disto, só para contar como é que foi esta primeira travessia (no deserto, onde o sol brilhará no nosso país das maravilhas).
terça-feira, 24 de abril de 2018
38
Chegámos à semana 38.
Ontem foi dia de primeiro ctg no HBA.
Correu bem, tudo normal. Sem contracções com dor, a bebé está óptima.
A consulta não correu de feição, mas também já nem vou perder tempo com isso.
Hospitais públicos deve ser mesmo assim e consulta à 2ª feira às 09h00 deve ser complicado de gerir, porque as 2ª feiras são sempre complicadas.
Agora que sei que ela continua pélvica (sentada) e tenho a cesariana agendada, é tudo uma questão de aguardar pelo dia ou caso a bebé queria vir antes, é estar atenta aos sinais de possível entrada em trabalho de parto.
Confesso que desde que fiz as 36 semanas, quando entramos oficialmente em contagem decrescente para o último mês de gestação, pensava que seria mais rápido. Mas nem por isso. Estas últimas 4 semanas parecem anos!! Já tinha lido vários testemunhos que era assim, mas nunca pensei que fosse MESMO assim.
Esta fase é um misto de emoções.
Queremos "despachar" isto, tê-la cá fora, ver como ela é, as feições, a pele, o cabelo, passar a fase do parto, saber que tudo está bem com ela e connosco; e ao mesmo tempo, pelo menos comigo é assim, queremos que ela permaneça "cá dentro", assim aconchegada a nós, só nossa, não nos retirando a mobilidade que temos em transportá la para qualquer lado, já que é fácil e simples.
Têm sido semanas incríveis. Únicas.
Com dias melhores que outros, claro. É como tudo na vida.
Mas o primeiro filho tem esta magia da novidade, da imprevisibilidade, tem esta sensação de estarmos sempre a caminhar no desconhecido, embora uma coisa eu acho que existe de facto, que é o instinto maternal: sabemos sim se tudo está bem, sentimos dentro de nós que tudo está bem.
Vamos aguardando ansiosamente pela data de a termos nos braços e até lá vou aproveitar para desfrutar destas últimas duas semanas dela, só minha, antes de ser do Mundo!
Ontem foi dia de primeiro ctg no HBA.
Correu bem, tudo normal. Sem contracções com dor, a bebé está óptima.
A consulta não correu de feição, mas também já nem vou perder tempo com isso.
Hospitais públicos deve ser mesmo assim e consulta à 2ª feira às 09h00 deve ser complicado de gerir, porque as 2ª feiras são sempre complicadas.
Agora que sei que ela continua pélvica (sentada) e tenho a cesariana agendada, é tudo uma questão de aguardar pelo dia ou caso a bebé queria vir antes, é estar atenta aos sinais de possível entrada em trabalho de parto.
Confesso que desde que fiz as 36 semanas, quando entramos oficialmente em contagem decrescente para o último mês de gestação, pensava que seria mais rápido. Mas nem por isso. Estas últimas 4 semanas parecem anos!! Já tinha lido vários testemunhos que era assim, mas nunca pensei que fosse MESMO assim.
Esta fase é um misto de emoções.
Queremos "despachar" isto, tê-la cá fora, ver como ela é, as feições, a pele, o cabelo, passar a fase do parto, saber que tudo está bem com ela e connosco; e ao mesmo tempo, pelo menos comigo é assim, queremos que ela permaneça "cá dentro", assim aconchegada a nós, só nossa, não nos retirando a mobilidade que temos em transportá la para qualquer lado, já que é fácil e simples.
Têm sido semanas incríveis. Únicas.
Com dias melhores que outros, claro. É como tudo na vida.
Mas o primeiro filho tem esta magia da novidade, da imprevisibilidade, tem esta sensação de estarmos sempre a caminhar no desconhecido, embora uma coisa eu acho que existe de facto, que é o instinto maternal: sabemos sim se tudo está bem, sentimos dentro de nós que tudo está bem.
Vamos aguardando ansiosamente pela data de a termos nos braços e até lá vou aproveitar para desfrutar destas últimas duas semanas dela, só minha, antes de ser do Mundo!
segunda-feira, 23 de abril de 2018
quinta-feira, 12 de abril de 2018
Medos ou Receios?
O medo que assola (todas ou quase todas) as futuras mães:
"Será que vou estar à altura de desempenhar este papel?"
Não sei se este medo é geral, mas eu tenho-o.
Além disso é uma questão para a qual não tenho resposta. Pelo menos ainda.
Sei que vou errar muito, sei que vou acertar algumas vezes, sei que talvez tome decisões erradas e outras mais certas, sei que vou escolher umas coisas melhores que outras, mas de uma coisa eu não tenho qualquer dúvida: esta criança é desejada e hei-de amá-la para sempre!
Tenho passado os dias bem, apesar de desde ontem ter começado a sentir as primeiras contracções e alguns desconfortos na parte de baixo da barriga.
Ela é muito irrequieta de noite, durante o dia nem tanto. Não me tem dado noites fabulosas, mas deve ser a preparar-me para o que aí vem. Assim que me deito na cama, começa o bailarico.
As crianças não são de facto todas iguais e a prova está aqui. Pelo que leio pelos fóruns na internet, a maioria dos bebés mexe-se imenso todo o dia e à noite nem tanto. Só me faz concluir que afinal nem tudo é uma questão de educação, mas sim de personalidade. E cada ser tem a sua, moldada com o decorrer da vida, mas sem dúvida que muito nasce com cada um.
Também faz parte dos meus medos a grande questão: como será a introdução de um novo ser, totalmente dependente de nós, no seio de um casal, na vida de um casal, na rotina de um casal?
Não sei.
Penso nisso, claro, é um bebé que queremos, foi decidido a dois avançar para este passo importante de construir uma família, a nossa família.
Passar de dois para três. Passar das nossas rotinas e decisões tão simples como "hoje não faço jantar, vamos comer fora", para horários de refeições orientadas em prol da criança. Faz parte.
Mas, é assustador!
Talvez achem que penso demais nas coisas e tudo se encaixe com o tempo, mas a verdade é que os medos também fazem parte do crescimento enquanto (futura) mãe, pai, casal.
Se estamos preparados? Não!
Mas na realidade, alguém está?
No dia que no hospital a colocarem no ovinho e o pai a trouxer para o carro, chegarmos os dois a casa, sozinhos os três, aí é que a ficha vai cair: então e agora?!
....to be continue....
"Será que vou estar à altura de desempenhar este papel?"
Não sei se este medo é geral, mas eu tenho-o.
Além disso é uma questão para a qual não tenho resposta. Pelo menos ainda.
Sei que vou errar muito, sei que vou acertar algumas vezes, sei que talvez tome decisões erradas e outras mais certas, sei que vou escolher umas coisas melhores que outras, mas de uma coisa eu não tenho qualquer dúvida: esta criança é desejada e hei-de amá-la para sempre!
Tenho passado os dias bem, apesar de desde ontem ter começado a sentir as primeiras contracções e alguns desconfortos na parte de baixo da barriga.
Ela é muito irrequieta de noite, durante o dia nem tanto. Não me tem dado noites fabulosas, mas deve ser a preparar-me para o que aí vem. Assim que me deito na cama, começa o bailarico.
As crianças não são de facto todas iguais e a prova está aqui. Pelo que leio pelos fóruns na internet, a maioria dos bebés mexe-se imenso todo o dia e à noite nem tanto. Só me faz concluir que afinal nem tudo é uma questão de educação, mas sim de personalidade. E cada ser tem a sua, moldada com o decorrer da vida, mas sem dúvida que muito nasce com cada um.
Também faz parte dos meus medos a grande questão: como será a introdução de um novo ser, totalmente dependente de nós, no seio de um casal, na vida de um casal, na rotina de um casal?
Não sei.
Penso nisso, claro, é um bebé que queremos, foi decidido a dois avançar para este passo importante de construir uma família, a nossa família.
Passar de dois para três. Passar das nossas rotinas e decisões tão simples como "hoje não faço jantar, vamos comer fora", para horários de refeições orientadas em prol da criança. Faz parte.
Mas, é assustador!
Talvez achem que penso demais nas coisas e tudo se encaixe com o tempo, mas a verdade é que os medos também fazem parte do crescimento enquanto (futura) mãe, pai, casal.
Se estamos preparados? Não!
Mas na realidade, alguém está?
No dia que no hospital a colocarem no ovinho e o pai a trouxer para o carro, chegarmos os dois a casa, sozinhos os três, aí é que a ficha vai cair: então e agora?!
....to be continue....
terça-feira, 10 de abril de 2018
36...diga 36
Entrámos oficialmente hoje no 9º mês de gravidez.
Agora sim, acho que estou oficialmente em contagem decrescente para as 40. Só faltam 4.
Terminei ontem a mala de maternidade dela.
4 mudas, devidamente identificadas, fraldas, toalhetes, bens para a higiene do bebé, fraldas de pano, chucha.
A minha também está quase, faltam 2 coisas: cuecas e soutien amamentação.
Agora acho que todos estamos mais descansados, pode acontecer a qualquer momento ter que ir para a maternidade, assim as roupas não nos faltarão.
Tenho lido ao longo destes meses, desde que sei que estou grávida, um livro que se chama "O Grande Livro da Grávida", da Dra. Marcela Forjaz. Sei que a internet tem imensa informação de blogs e outras plataformas onde focam muitas informações acerca da maternidade, mas sinceramente eu ainda sou do tempo dos livros, do papel e para mim o testemunho neste descrito por esta médica obstetra tem sido uma mais valia para mim.
Esperemos que tudo corra bem agora que estamos mesmo a chegar ao final desta viagem.
Porque a verdadeira aventura das nossas vidas ainda está para vir!
Agora sim, acho que estou oficialmente em contagem decrescente para as 40. Só faltam 4.
Terminei ontem a mala de maternidade dela.
4 mudas, devidamente identificadas, fraldas, toalhetes, bens para a higiene do bebé, fraldas de pano, chucha.
A minha também está quase, faltam 2 coisas: cuecas e soutien amamentação.
Agora acho que todos estamos mais descansados, pode acontecer a qualquer momento ter que ir para a maternidade, assim as roupas não nos faltarão.
Tenho lido ao longo destes meses, desde que sei que estou grávida, um livro que se chama "O Grande Livro da Grávida", da Dra. Marcela Forjaz. Sei que a internet tem imensa informação de blogs e outras plataformas onde focam muitas informações acerca da maternidade, mas sinceramente eu ainda sou do tempo dos livros, do papel e para mim o testemunho neste descrito por esta médica obstetra tem sido uma mais valia para mim.
Esperemos que tudo corra bem agora que estamos mesmo a chegar ao final desta viagem.
Porque a verdadeira aventura das nossas vidas ainda está para vir!
terça-feira, 3 de abril de 2018
As Malas, as malas!!
Cheguei finalmente à semana 35.
A pressão de ter as malas de maternidade prontas já me assolava há umas semanas, mas só ontem passei tudo a ferro - o tempo também não tem ajudado na secagem das roupas.
As primeiras roupas da miúda estavam à partida escolhidas, portanto não seria difícil preparar tudo.
O problema aqui é que como ela está sentada e a primeira consulta no hospital é apenas dia 23/04, tenho andado assim a modos que no "relax".
Às vezes vou lendo pelos grupos de grávidas e mães do facebook que vou seguindo, mães que já têm tudo pronto desde a semana 30 - 32... e penso:
- Pareço mãe de terceira viagem, estou a chegar à semana 35 e nem comecei a arrumar nada em mala nenhuma, nem na minha nem na dela. Ups!!
Depois vejo mães que levam 4 malas para a maternidade e penso:
- Vão de férias 15 dias ou será que metade das coisas não levo?
É certo que as listas mudam de local para local e que nem todos os hospitais precisam que levemos tudo, mas a nossa mala pessoal é pequena, não?! São meia dúzia de coisas:
- telemóvel e carregador;
- máquina fotográfica - opcional;
- 4 camisas de dormir;
- chinelos de quarto;
- chinelos de banho;
- cuecas;
- soutiens de amamentação;
- discos amamentação;
- penso higiénicos ou cuecas absorventes;
- roupão - que nem vou levar;
- necessaire com nossos produtos básicos de higiene - champo, amaciador, gel banho, desodorizante, escova e pasta de dentes, escova do cabelo; creme hidratante compatível com amamentação; pomada mamilos e acho que já está;
- uma roupa para a saída da maternidade - no meu caso serão umas leggins, uma tshirt comprida e um casado de malha;
Pensei levar um livro para ler, mas acho que não vale a pena, são poucos dias 😁😁😁
A mala da rapariga também não é nada de mais, de facto, e espero que tudo caiba na mala que lhe comprei.
- 3 ou 4 mudas - devidamente assinaladas como 1ª roupa, 2ª..., etc..., que incluam gorro, body, cueiro ou babygrow, collants ou meias ou calças com pezinhos, botinhas;
- 1 casaco;
- 2 fraldas pano;
- chucha;
- produtos higiene do bebé - o necessaire dela, com o gel banho, os cremes e afins para a muda da fralda e banho, escova cabelo macia, tesoura com pontas redondas ou limas pequeninas;
- toalhitas;
- fraldas;
E pronto.
Está feito, pelo menos tenho tudo já em cima da cama de grades pronto a ser fechado nas malas, só falta chegar à semana 36 para finalizar este processo e aguardar pela consulta de 23/04, 1º ctg no HBA.
A ansiedade aperta, mas tem dias que nem me lembro de nada disso.
A pressão de ter as malas de maternidade prontas já me assolava há umas semanas, mas só ontem passei tudo a ferro - o tempo também não tem ajudado na secagem das roupas.
As primeiras roupas da miúda estavam à partida escolhidas, portanto não seria difícil preparar tudo.
O problema aqui é que como ela está sentada e a primeira consulta no hospital é apenas dia 23/04, tenho andado assim a modos que no "relax".
Às vezes vou lendo pelos grupos de grávidas e mães do facebook que vou seguindo, mães que já têm tudo pronto desde a semana 30 - 32... e penso:
- Pareço mãe de terceira viagem, estou a chegar à semana 35 e nem comecei a arrumar nada em mala nenhuma, nem na minha nem na dela. Ups!!
Depois vejo mães que levam 4 malas para a maternidade e penso:
- Vão de férias 15 dias ou será que metade das coisas não levo?
É certo que as listas mudam de local para local e que nem todos os hospitais precisam que levemos tudo, mas a nossa mala pessoal é pequena, não?! São meia dúzia de coisas:
- telemóvel e carregador;
- máquina fotográfica - opcional;
- 4 camisas de dormir;
- chinelos de quarto;
- chinelos de banho;
- cuecas;
- soutiens de amamentação;
- discos amamentação;
- penso higiénicos ou cuecas absorventes;
- roupão - que nem vou levar;
- necessaire com nossos produtos básicos de higiene - champo, amaciador, gel banho, desodorizante, escova e pasta de dentes, escova do cabelo; creme hidratante compatível com amamentação; pomada mamilos e acho que já está;
- uma roupa para a saída da maternidade - no meu caso serão umas leggins, uma tshirt comprida e um casado de malha;
Pensei levar um livro para ler, mas acho que não vale a pena, são poucos dias 😁😁😁
A mala da rapariga também não é nada de mais, de facto, e espero que tudo caiba na mala que lhe comprei.
- 3 ou 4 mudas - devidamente assinaladas como 1ª roupa, 2ª..., etc..., que incluam gorro, body, cueiro ou babygrow, collants ou meias ou calças com pezinhos, botinhas;
- 1 casaco;
- 2 fraldas pano;
- chucha;
- produtos higiene do bebé - o necessaire dela, com o gel banho, os cremes e afins para a muda da fralda e banho, escova cabelo macia, tesoura com pontas redondas ou limas pequeninas;
- toalhitas;
- fraldas;
E pronto.
Está feito, pelo menos tenho tudo já em cima da cama de grades pronto a ser fechado nas malas, só falta chegar à semana 36 para finalizar este processo e aguardar pela consulta de 23/04, 1º ctg no HBA.
A ansiedade aperta, mas tem dias que nem me lembro de nada disso.
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segunda-feira, 2 de abril de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
Memória
Ouvia dizer que a memória de uma grávida era do tipo peixe:
"dá uma volta ao aquário e já não se lembra de nada".
Pois confirma-se! É isto mesmo ou ainda pior.
Tenho agenda, onde aponto as minhas actividades diárias, todas as semanas:
- consultas, exames, dentista, almoços, jantares e afins;
E nem assim me safo!
Hoje foram duas, seguidas:
- troquei a data de um evento deste fim de semana;
- fui ao Colombo encontrar-me com uma senhora a quem encomendei o ninho para a minha filha e o encontro afinal é só amanhã.
E quando comento isto com outras mães, minhas amigas, dizem-me para ter calma, pois vai piorar bastante.
Animador, portanto 😁😁😁
Há coisas piores, é verdade, mas o facto de escrever na agenda as actividades em dias errados não me está a deixar muito confiante.
A ver se melhoro este aspecto ou tenho que arranjar outro método mais fiável.
"dá uma volta ao aquário e já não se lembra de nada".
Pois confirma-se! É isto mesmo ou ainda pior.
Tenho agenda, onde aponto as minhas actividades diárias, todas as semanas:
- consultas, exames, dentista, almoços, jantares e afins;
E nem assim me safo!
Hoje foram duas, seguidas:
- troquei a data de um evento deste fim de semana;
- fui ao Colombo encontrar-me com uma senhora a quem encomendei o ninho para a minha filha e o encontro afinal é só amanhã.
E quando comento isto com outras mães, minhas amigas, dizem-me para ter calma, pois vai piorar bastante.
Animador, portanto 😁😁😁
Há coisas piores, é verdade, mas o facto de escrever na agenda as actividades em dias errados não me está a deixar muito confiante.
A ver se melhoro este aspecto ou tenho que arranjar outro método mais fiável.
segunda-feira, 26 de março de 2018
Projectos
Durante o mês de Abril vou tentar escrever mais assiduamente no meu blog.
Gosto disto, de escrever algo.
Então pensei em tentar escrever alguns contos, não muito extensos, sobre os mais variados temas.
A partir de 01 de Abril cá estarei a partilhar essas pequenas pérolas da minha escrita, por vezes, muito pouco criativa 😀😀
Se for um conto por semana, serão 4 contos em Abril. Depois a miúda nasce e não prometo conseguir continuar a ter imaginação. Mas com certeza histórias e peripécias familiares não me faltarão!
Ambicioso demais para o mês que se aproxima...talvez, mas vou tentar não desistir antes de começar!
"Contos da Primavera" - nome do meu projecto pessoal 😉🐞🌻
Gosto disto, de escrever algo.
Então pensei em tentar escrever alguns contos, não muito extensos, sobre os mais variados temas.
A partir de 01 de Abril cá estarei a partilhar essas pequenas pérolas da minha escrita, por vezes, muito pouco criativa 😀😀
Se for um conto por semana, serão 4 contos em Abril. Depois a miúda nasce e não prometo conseguir continuar a ter imaginação. Mas com certeza histórias e peripécias familiares não me faltarão!
Ambicioso demais para o mês que se aproxima...talvez, mas vou tentar não desistir antes de começar!
"Contos da Primavera" - nome do meu projecto pessoal 😉🐞🌻
sexta-feira, 23 de março de 2018
Mobilidades
Ora falemos de algo que todas sentimos, com certeza, enquanto estamos grávidas:
- mobilidade reduzida.
Pois é verdade, a partir da semana 30 - pelo menos comigo assim foi - a minha mobilidade (ou pouca) começou a reflectir se no dia-a-dia, nas mais variadas tarefas da minha rotina.
Acordar de manhã e sair da cama com facilidade? Não! Não é de todo possível, já que tenho que fazer força no braço e cotovelo para dar balanço e depois sim, sair para fora do colchão.
Calçar as meias? Um missão complicada: a barriga já não deixa lá chegar, nem mesmo com as pernas abertas, tenho que as calçar de lado e mesmo assim fico a arfar.
Entretanto a rotina matinal prossegue e passamos para o WC.
Fazer xixi e cocó: ui, fazer faço bem, mas e limpar o rabinho? Complicado lá chegar...e se quiser passar-me por água no bidé então, acabo por desistir e vou tomar um banho. Já não a vejo há meses e fazer esta higiene começa a ser muito complicado.
Passemos ao lavatório: lavar os dentes? Humm... já não chego à torneira com facilidade, porque a barriga bate na pedra. Solução? Cotovelos em cima do lavatório e lá vai disto.
Depois, como desisti do bidé, passo à parte do banho. Ai o banho, coisa boa! Tirando esfregar os pés, o resto com o puff é tranquilo. Adoro um bom banho pela manhã e desde que estou grávida que tomos mais do que 2 ou 3 vezes banho por dia.
Hora do pequeno almoço: aquecer o leite, torrar o pão, sem dramas. Mas quando me sento à mesa para comer, ui, já não chego lá 😂😂😂 Ah pois! Mas como na mesma, ganho é migalhas pela blusa fora, mas tirando isso é tranquilo.
Calçar botas? Está complicado... ultimamente não tenho largado os ténis, já de nó feito que é só calçar e aguardo que chegue o tempo melhor para comprar umas sabrinas - apesar deste verão com toda a certeza eu acabar por calçar quase sempre chinelos.
Depois a manhã segue normalmente e eu sigo para o sofá: ver as notícias, saber como vai o mundo, ver a Internet, falar com umas amigas e por vezes deitar-me mais um pouco no sofá para esticar as pernas.
Não foi por acaso que a médica me mandou para casa às 30 semanas...ela lá sabe como isto funciona, pois apesar de sermos por norma até muito activas, com o trabalho e o dia a dia e a gravidez não ser doença, não pensem que não cansa, pois batem dois corações dentro de nós e uma responsabilidade enorme em manter ambos saudáveis.
Eu acho que tenho cumprido com tudo certinho. Veremos o resultado final quando a vir cá fora 😉
Agora, quase a chegar às 34 semanas o descanso nocturno começa a ser, como dizer, missão quase impossível 💥
- mobilidade reduzida.
Pois é verdade, a partir da semana 30 - pelo menos comigo assim foi - a minha mobilidade (ou pouca) começou a reflectir se no dia-a-dia, nas mais variadas tarefas da minha rotina.
Acordar de manhã e sair da cama com facilidade? Não! Não é de todo possível, já que tenho que fazer força no braço e cotovelo para dar balanço e depois sim, sair para fora do colchão.
Calçar as meias? Um missão complicada: a barriga já não deixa lá chegar, nem mesmo com as pernas abertas, tenho que as calçar de lado e mesmo assim fico a arfar.
Entretanto a rotina matinal prossegue e passamos para o WC.
Fazer xixi e cocó: ui, fazer faço bem, mas e limpar o rabinho? Complicado lá chegar...e se quiser passar-me por água no bidé então, acabo por desistir e vou tomar um banho. Já não a vejo há meses e fazer esta higiene começa a ser muito complicado.
Passemos ao lavatório: lavar os dentes? Humm... já não chego à torneira com facilidade, porque a barriga bate na pedra. Solução? Cotovelos em cima do lavatório e lá vai disto.
Depois, como desisti do bidé, passo à parte do banho. Ai o banho, coisa boa! Tirando esfregar os pés, o resto com o puff é tranquilo. Adoro um bom banho pela manhã e desde que estou grávida que tomos mais do que 2 ou 3 vezes banho por dia.
Hora do pequeno almoço: aquecer o leite, torrar o pão, sem dramas. Mas quando me sento à mesa para comer, ui, já não chego lá 😂😂😂 Ah pois! Mas como na mesma, ganho é migalhas pela blusa fora, mas tirando isso é tranquilo.
Calçar botas? Está complicado... ultimamente não tenho largado os ténis, já de nó feito que é só calçar e aguardo que chegue o tempo melhor para comprar umas sabrinas - apesar deste verão com toda a certeza eu acabar por calçar quase sempre chinelos.
Depois a manhã segue normalmente e eu sigo para o sofá: ver as notícias, saber como vai o mundo, ver a Internet, falar com umas amigas e por vezes deitar-me mais um pouco no sofá para esticar as pernas.
Não foi por acaso que a médica me mandou para casa às 30 semanas...ela lá sabe como isto funciona, pois apesar de sermos por norma até muito activas, com o trabalho e o dia a dia e a gravidez não ser doença, não pensem que não cansa, pois batem dois corações dentro de nós e uma responsabilidade enorme em manter ambos saudáveis.
Eu acho que tenho cumprido com tudo certinho. Veremos o resultado final quando a vir cá fora 😉
Agora, quase a chegar às 34 semanas o descanso nocturno começa a ser, como dizer, missão quase impossível 💥
quarta-feira, 21 de março de 2018
Poesia
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Poesia.
Deixo aqui um dos meus poemas favoritos de Eugénio de Andrade.
Urgentemente
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
é urgente destruir certas palavras.
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
Deixo aqui um dos meus poemas favoritos de Eugénio de Andrade.
Urgentemente
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
é urgente destruir certas palavras.
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
terça-feira, 20 de março de 2018
Ser mãe de menina
Branca de Neve.
Adoro esta personagem. Desde sempre.
Confesso que a minha preferência era ter um rapaz.
Quando ouvi a médica dizer que era menina, demorei algum tempo a encaixar a ideia. Mas acabei por aceitar de bom grado.
Adoro ir às compras, comprar vestidos e coisas fofas que só as miúdas usam.
No entanto, um mano para a garota não está fora de questão. Tudo a seu tempo.
Até lá, quero "gozar" esta ao máximo.
Estou a adorar estar grávida e ansiosa de a ter nos braços para ver como é.
Esperemos. Só faltam 7 semanas.
Adoro esta personagem. Desde sempre.
Confesso que a minha preferência era ter um rapaz.
Quando ouvi a médica dizer que era menina, demorei algum tempo a encaixar a ideia. Mas acabei por aceitar de bom grado.
Adoro ir às compras, comprar vestidos e coisas fofas que só as miúdas usam.
No entanto, um mano para a garota não está fora de questão. Tudo a seu tempo.
Até lá, quero "gozar" esta ao máximo.
Estou a adorar estar grávida e ansiosa de a ter nos braços para ver como é.
Esperemos. Só faltam 7 semanas.
Primavera
Bem vinda primavera.
Adoro-te! És a minha estão do ano preferida.
E para alegrar mais o dia, hoje completamos 33 semanas, eu e a minha pinguças.
Seguimos fortes, rumo às 40!
Que nos tragas muitas alegrias (alergias não), com os dias maiores, mais sol, mais quentinho, que a minha Catarina precisa de dias bons para crescer melhor.
Que nos tragas felicidade, amor, paz, harmonia, para podermos continuar a construir a nossa família.
Que nos tragas amigos, família, trabalho, diversão, viagens, aventuras, sempre como até agora.
Vamos lá celebrar o equinócio da primavera!
Adoro-te! És a minha estão do ano preferida.
E para alegrar mais o dia, hoje completamos 33 semanas, eu e a minha pinguças.
Seguimos fortes, rumo às 40!
Que nos tragas muitas alegrias (alergias não), com os dias maiores, mais sol, mais quentinho, que a minha Catarina precisa de dias bons para crescer melhor.
Que nos tragas felicidade, amor, paz, harmonia, para podermos continuar a construir a nossa família.
Que nos tragas amigos, família, trabalho, diversão, viagens, aventuras, sempre como até agora.
Vamos lá celebrar o equinócio da primavera!
domingo, 18 de março de 2018
Matulona
Às vezes questiono-me:
"Mas porque raio fui eu fazer a eco 4D?"
Pois é, deve ser o síndrome do primeiro filho, em que acho que tem direito a tudo!
E tem, de facto, mas esta opção, no meu caso, era desnecessária.
Às 31 semanas foi este o melhor cenário possível que consegui da minha Catarina.
Posição: sentada
Pés e mãos na cara.
O que se viu? Foi isto: lábios iguais ao do pai e o nariz que nem se percebe bem e vá lá, deixou ver um olho...e as mãos...
Mas, o que importa é que esteja bem e nisso, temos sorte!
Raparigona! Tão pequena (43 cm para já) e com tanta personalidade. Cá te esperamos, ansiosos. 💓
quinta-feira, 15 de março de 2018
quarta-feira, 14 de março de 2018
Chamemos lhes: danos colaterais
Tudo o que possam dizer nos sobre a gravidez, nada será igual ou parecido ao facto de a vivermos.
E nem sempre é uma viagem fácil, por vezes tem dias piores que outros e cada semana, cada mês tem os seus encantos e desencantos.
Ora vejamos, começando pelo inicio:
Deixamos de tomar a pílula e esperamos pelo resultado. Entretanto, enquanto engravidamos ou não, o corpo vai logo mudando. Engordamos uns kg, alargamos uns centímetros e finalmente chega o dia de fazer o teste.
Há 5 semanas que a menstruação não aparece, portanto bora lá.
E dá positivo!
Porra!!! Já?!
Não estamos à espera. De todo.
Embora pareça parvo, não estamos preparados para ver o resultado positivo no objecto.
Mas ele está lá.
Então, vamos à primeira consulta para ver se é mesmo assim.
E é. Lá está o feto, do tamanho de uma lentilha e com um coração que parece o trote de um cavalo.
É aqui que a primeira ficha caí.
Seguimos uma vida relativamente normal, com as suas condicionantes aguardando pela semana 12, que normalmente é quando passa "o pior".
Chega finalmente a semana 12 de gestação, nesta fase não sabemos bem como está o bebé.
Não se sente nada! Não dói nada, não sabemos de nada e mesmo que se sinta alguma coisa, não sabemos o que seja. Temos enjoos matinais, algumas náuseas e no meu caso nada mais do que isso.
Nesta fase apanhei uma intoxicação alimentar, fartei me de vomitar uma das noites, não tive febre nem dada disso, mas foi quase assustador.
Vamos então à eco das 12 semanas e descobrimos que estamos de 13 semanas já.
Ufa, passamos a semana critica à frente 😀 e sabemos nesta altura que tudo está bem, temos uma previsão do sexo, mas nada concreto. A vida corre bem.
E a gravidez segue.
Seguimos felizes.
Semana após semana, a barriga vai crescendo, sem grandes problemas. Continuamos a trabalhar normalmente, a conduzir, cantamos ao volante, jantamos fora com os amigos e ainda conseguimos até às 20 - 22 semanas ir sair à noite, beber um copo (de coca cola) e ouvir uma música ao vivo, dançar, cantar e dar uns saltos!
Ah! Esta sensação é fantástica nesta fase. Sentimos nos vivas!
Depois passamos a fase do segundo trimestre (que termina na semana 24) e iniciamos a fase do último trimestre, que à partida durará até às 40 semanas.
Aqui a nossa vida mudará bastante, pelo menos a minha mudou!
A barriga começa a crescer mais ainda, dia após dia, cada vez mais um bocadinho.
Subimos mais um número de calças, para não estarmos apertadas.
Subir escadas começa a ser cansativo - bom para quem como eu mora num 2º andar sem elevador.
Falar, conversar, faz nos respirar com mais intensidade - eu que adoro falar, até custa.
Acordamos durante a noite para ir ao WC uma ou mais vezes - neste aspecto não me posso queixar muito, pois nem todas as noites acordo.
Mudamos de posição para dormir pelo menos mil vezes.
Dormimos com mais uma almofada na cabeça, uma entre as pernas, uma de lado e ainda uma nos pés, para a circulação se fazer melhor.
Apesar de estarem 3 graus de noite, temos calor debaixo do edredão e frio quando colocamos os braços a apanhar ar.
Calçar as meias começa a ser um problema a partir da semana 30.
Calçar botas então, nem se fala! Ténis calçamos bem, estão sempre com os atacadores apertados e é só enfiar nos pés.
Cortar as unhas dos pés?! Naaaa!!! Já tem que ser na pedicure.
Estar em pé muito tempo custa. Estar sentada também. Andar muito tempo é impossível. Conduzir de panção é uma comédia.
Ter cambras à noite é quase um aspecto diário e corriqueiro.
E a azia à noite é uma probabilidade grande de acontecer.
Bem, estes são apenas alguns "sintomas" comuns a quase todas nós.
Eu tenho-os todos.
Mas ainda só vou nas 32 semanas, portanto, até às 40 acho que mais aparecerão.
Chamemos lhes: danos colaterais 😂😂😂
Tenho sorte com a pele do rosto, está igual; não engordei de cara, praticamente os 13 kg que ganhei até hoje são apenas barriga e pouco mais.
O banho é das coisas que melhor me sabem. Adoro tomar um bom banho.
Agora entrei em contagem decrescente para o final e confesso que o que mais quero é ver a minha filha...
E nem sempre é uma viagem fácil, por vezes tem dias piores que outros e cada semana, cada mês tem os seus encantos e desencantos.
Ora vejamos, começando pelo inicio:
Deixamos de tomar a pílula e esperamos pelo resultado. Entretanto, enquanto engravidamos ou não, o corpo vai logo mudando. Engordamos uns kg, alargamos uns centímetros e finalmente chega o dia de fazer o teste.
Há 5 semanas que a menstruação não aparece, portanto bora lá.
E dá positivo!
Porra!!! Já?!
Não estamos à espera. De todo.
Embora pareça parvo, não estamos preparados para ver o resultado positivo no objecto.
Mas ele está lá.
Então, vamos à primeira consulta para ver se é mesmo assim.
E é. Lá está o feto, do tamanho de uma lentilha e com um coração que parece o trote de um cavalo.
É aqui que a primeira ficha caí.
Seguimos uma vida relativamente normal, com as suas condicionantes aguardando pela semana 12, que normalmente é quando passa "o pior".
Chega finalmente a semana 12 de gestação, nesta fase não sabemos bem como está o bebé.
Não se sente nada! Não dói nada, não sabemos de nada e mesmo que se sinta alguma coisa, não sabemos o que seja. Temos enjoos matinais, algumas náuseas e no meu caso nada mais do que isso.
Nesta fase apanhei uma intoxicação alimentar, fartei me de vomitar uma das noites, não tive febre nem dada disso, mas foi quase assustador.
Vamos então à eco das 12 semanas e descobrimos que estamos de 13 semanas já.
Ufa, passamos a semana critica à frente 😀 e sabemos nesta altura que tudo está bem, temos uma previsão do sexo, mas nada concreto. A vida corre bem.
E a gravidez segue.
Seguimos felizes.
Semana após semana, a barriga vai crescendo, sem grandes problemas. Continuamos a trabalhar normalmente, a conduzir, cantamos ao volante, jantamos fora com os amigos e ainda conseguimos até às 20 - 22 semanas ir sair à noite, beber um copo (de coca cola) e ouvir uma música ao vivo, dançar, cantar e dar uns saltos!
Ah! Esta sensação é fantástica nesta fase. Sentimos nos vivas!
Depois passamos a fase do segundo trimestre (que termina na semana 24) e iniciamos a fase do último trimestre, que à partida durará até às 40 semanas.
Aqui a nossa vida mudará bastante, pelo menos a minha mudou!
A barriga começa a crescer mais ainda, dia após dia, cada vez mais um bocadinho.
Subimos mais um número de calças, para não estarmos apertadas.
Subir escadas começa a ser cansativo - bom para quem como eu mora num 2º andar sem elevador.
Falar, conversar, faz nos respirar com mais intensidade - eu que adoro falar, até custa.
Acordamos durante a noite para ir ao WC uma ou mais vezes - neste aspecto não me posso queixar muito, pois nem todas as noites acordo.
Mudamos de posição para dormir pelo menos mil vezes.
Dormimos com mais uma almofada na cabeça, uma entre as pernas, uma de lado e ainda uma nos pés, para a circulação se fazer melhor.
Apesar de estarem 3 graus de noite, temos calor debaixo do edredão e frio quando colocamos os braços a apanhar ar.
Calçar as meias começa a ser um problema a partir da semana 30.
Calçar botas então, nem se fala! Ténis calçamos bem, estão sempre com os atacadores apertados e é só enfiar nos pés.
Cortar as unhas dos pés?! Naaaa!!! Já tem que ser na pedicure.
Estar em pé muito tempo custa. Estar sentada também. Andar muito tempo é impossível. Conduzir de panção é uma comédia.
Ter cambras à noite é quase um aspecto diário e corriqueiro.
E a azia à noite é uma probabilidade grande de acontecer.
Bem, estes são apenas alguns "sintomas" comuns a quase todas nós.
Eu tenho-os todos.
Mas ainda só vou nas 32 semanas, portanto, até às 40 acho que mais aparecerão.
Chamemos lhes: danos colaterais 😂😂😂
Tenho sorte com a pele do rosto, está igual; não engordei de cara, praticamente os 13 kg que ganhei até hoje são apenas barriga e pouco mais.
O banho é das coisas que melhor me sabem. Adoro tomar um bom banho.
Agora entrei em contagem decrescente para o final e confesso que o que mais quero é ver a minha filha...
quarta-feira, 7 de março de 2018
Trinta e Sete
Adoro fazer anos.
Nem tanto de festejá-los, mas gosto de os fazer.
É sinal que vamos andando para a frente.
Este ano foi um ano diferente, por vários motivos:
- estou grávida - logo sempre acompanhada;
- de baixa médica - com mais tempo para mim e para os outros;
- o meu irmão e os meus pais estão disponíveis;
- o marido está em Espanha em trabalho - logo, jantei sozinha. Aliás, com a Catarina.
Almocei com os meus pais e o meu irmão, fui a um italiano que adoro no Parque das Nações, montes de gente me ligou ontem, família, amigos, colegas, é sempre bom falar com algumas pessoas que passamos meses sem ouvir a voz.
Vou ser mãe aos 37 anos.
Não que ache que seja tarde, mas confesso que já não o serei muito nova, principalmente porque gostaria de não ter só um filho. Vamos ver como corre com ela, depois logo decidiremos se vamos ou não ao segundo.
Entretanto, eu ontem fiz 37 anos e a minha filha fez as 31 semanas.
Estamos bem, a crescer, as duas, em todos os sentidos.
Mas felizes. Uns dias mais que outros. Faz parte.
Nem tanto de festejá-los, mas gosto de os fazer.
É sinal que vamos andando para a frente.
Este ano foi um ano diferente, por vários motivos:
- estou grávida - logo sempre acompanhada;
- de baixa médica - com mais tempo para mim e para os outros;
- o meu irmão e os meus pais estão disponíveis;
- o marido está em Espanha em trabalho - logo, jantei sozinha. Aliás, com a Catarina.
Almocei com os meus pais e o meu irmão, fui a um italiano que adoro no Parque das Nações, montes de gente me ligou ontem, família, amigos, colegas, é sempre bom falar com algumas pessoas que passamos meses sem ouvir a voz.
Vou ser mãe aos 37 anos.
Não que ache que seja tarde, mas confesso que já não o serei muito nova, principalmente porque gostaria de não ter só um filho. Vamos ver como corre com ela, depois logo decidiremos se vamos ou não ao segundo.
Entretanto, eu ontem fiz 37 anos e a minha filha fez as 31 semanas.
Estamos bem, a crescer, as duas, em todos os sentidos.
Mas felizes. Uns dias mais que outros. Faz parte.
terça-feira, 6 de março de 2018
quinta-feira, 1 de março de 2018
Março
Adoro o mês de Março.
Faço anos, é dia da mulher, a minha mãe faz anos, começa a primavera, recomeçam os dias maiores e à partida o sol é capaz de vir brilhar mais uns dias. Ou talvez não.
Bem vindo meu querido mês, que contigo tragas coisas maravilhosas, que eu cá te espero mais a minha Catarina 😉
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
E às 30 semanas...repousei!
Pensava que iria aguentar pelo menos até às 34-35 semanas a minha gravidez a trabalhar.
Só que não.
A médica no dia 21 achou melhor mandar me para casa, para repousar, não me quer sob stress nem sentada muitas horas. E assim foi, estou em casa desde 26/02/2018. Vim às 30 semanas.
Tinha receio de vir para casa cedo, confesso. O nosso trabalho fica todo entregue a outros, deixamos de ter controlo sobre ele, deixamos de ser nós a fazer o que fazíamos há mais de dez anos e de repente ver-me em casa, foi estranho.
No entanto, a realidade é que apesar de aproveitar para descansar bastante, os dias passam a correr.
Há sempre coisas para fazer em casa - roupas para arrumar, para lavar, livros para ler, series para ver, filmes para assistir.
As manhãs passam depressa, entre acordar, tomar o pequeno almoço, vir espreitar a internet, pensar no almoço, fazer o almoço e almoçar, chegam as 14h00 num ápice.
Depois é vir à internet, ler uns artigos interessantes sobre algum assunto actual ou não, dormir uma sesta, arrumar mais umas coisas, ler ou ver tv, e pronto. São 18h00 e o D chega a casa entretanto, faz se o jantar, conversa-se, arruma-se a cozinha e vê-se um filme. Num instante são horas de dormir outra vez.
Tenho dormido melhor estes dias, vamos ver se mantenho esta cadência. Agora é ir andando, ver os dias passarem e aguardar pela miúda, que chegará a seu tempo!
Só que não.
A médica no dia 21 achou melhor mandar me para casa, para repousar, não me quer sob stress nem sentada muitas horas. E assim foi, estou em casa desde 26/02/2018. Vim às 30 semanas.
Tinha receio de vir para casa cedo, confesso. O nosso trabalho fica todo entregue a outros, deixamos de ter controlo sobre ele, deixamos de ser nós a fazer o que fazíamos há mais de dez anos e de repente ver-me em casa, foi estranho.
No entanto, a realidade é que apesar de aproveitar para descansar bastante, os dias passam a correr.
Há sempre coisas para fazer em casa - roupas para arrumar, para lavar, livros para ler, series para ver, filmes para assistir.
As manhãs passam depressa, entre acordar, tomar o pequeno almoço, vir espreitar a internet, pensar no almoço, fazer o almoço e almoçar, chegam as 14h00 num ápice.
Depois é vir à internet, ler uns artigos interessantes sobre algum assunto actual ou não, dormir uma sesta, arrumar mais umas coisas, ler ou ver tv, e pronto. São 18h00 e o D chega a casa entretanto, faz se o jantar, conversa-se, arruma-se a cozinha e vê-se um filme. Num instante são horas de dormir outra vez.
Tenho dormido melhor estes dias, vamos ver se mantenho esta cadência. Agora é ir andando, ver os dias passarem e aguardar pela miúda, que chegará a seu tempo!
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Pum...Pum...
Hoje ouvi o teu coração a bater novamente.
Vi-te no pequeno ecrã e estás enorme!
Já virada para baixo, embora não estejas encaixada ainda, já fazes alguma força na virilha esquerda, daí as minhas dores na perna.
Tem sido uma experiência maravilhosa esta da maternidade.
A expectativa é grande e felizmente tem corrido tudo muito bem connosco - mesmo com algumas dores na coluna, pernas, pés, etc...
Dia 05 vou ver-te em 4D. A ver se deixas ver alguma coisa, pois normalmente não deixas ver nada a não ser mãos e pés e pernas!!
Vi-te no pequeno ecrã e estás enorme!
Já virada para baixo, embora não estejas encaixada ainda, já fazes alguma força na virilha esquerda, daí as minhas dores na perna.
Tem sido uma experiência maravilhosa esta da maternidade.
A expectativa é grande e felizmente tem corrido tudo muito bem connosco - mesmo com algumas dores na coluna, pernas, pés, etc...
Dia 05 vou ver-te em 4D. A ver se deixas ver alguma coisa, pois normalmente não deixas ver nada a não ser mãos e pés e pernas!!
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Faltam 12 semanas
Chegámos às 28 semanas hoje.
Inicia-se assim o terceiro e último trimestre de gestação.
Parece que a Catarina já tem cerca de 35 centímetros e 1 kg. Crescida a miúda.
Os desconfortos, confesso, começam a aumentar dia após dia.
Se até há 2 ou 3 semanas atrás eu dormia quase profundamente uma noite inteira sem acordar, neste momento começa a ser uma missão impossível.
Tenho mais uma almofada na cabeça, para subir um pouco a cabeça, mais uma almofada no meio das pernas, outra ainda nos pés para os subir, para melhorar a circulação...mas, não tem ajudado muito. Viro-me várias vezes durante a noite, ora para a esquerda ora para a direita, mas o que eu gosto mesmo é de me virar para cima. Mas a minha filha não gosta muito dessa posição, começa logo a "reclamar" como pode: pontapés com fartura e lá me viro novamente para um dos lados.
Além destas dificuldades, o terceiro trimestre trouxe me uma sensação interessante: caimbras!
Já estou a tomar magnésio, a médica duplicou-me a dose até porque só uma ampola por dia não estava a melhorar, mas há noites que chego a acordar aos gritos.
Tenho também dores nas costelas. Parece que é tudo normal!
Vamos ver o que as próxima semanas me trazem de novidades, ainda continuo a trabalhar, o que já tem dias que custa um bocado, mas vou tentar aguentar ao máximo.
Inicia-se assim o terceiro e último trimestre de gestação.
Parece que a Catarina já tem cerca de 35 centímetros e 1 kg. Crescida a miúda.
Os desconfortos, confesso, começam a aumentar dia após dia.
Se até há 2 ou 3 semanas atrás eu dormia quase profundamente uma noite inteira sem acordar, neste momento começa a ser uma missão impossível.
Tenho mais uma almofada na cabeça, para subir um pouco a cabeça, mais uma almofada no meio das pernas, outra ainda nos pés para os subir, para melhorar a circulação...mas, não tem ajudado muito. Viro-me várias vezes durante a noite, ora para a esquerda ora para a direita, mas o que eu gosto mesmo é de me virar para cima. Mas a minha filha não gosta muito dessa posição, começa logo a "reclamar" como pode: pontapés com fartura e lá me viro novamente para um dos lados.
Além destas dificuldades, o terceiro trimestre trouxe me uma sensação interessante: caimbras!
Já estou a tomar magnésio, a médica duplicou-me a dose até porque só uma ampola por dia não estava a melhorar, mas há noites que chego a acordar aos gritos.
Tenho também dores nas costelas. Parece que é tudo normal!
Vamos ver o que as próxima semanas me trazem de novidades, ainda continuo a trabalhar, o que já tem dias que custa um bocado, mas vou tentar aguentar ao máximo.
sábado, 20 de janeiro de 2018
Responsabilidades
Não, não ganhei para o susto.
Faz esta semana 3 semanas que cai na rua. É verdade, tropecei num passeio, estava escuro e não vi.
Foi das piores experiências da minha vida.
Nunca perdi os sentidos, dão vomitei e sempre tive consciência de que não bati com a barriga em lado nenhum.
Experimentei várias coisas novas mesmo à porta de completar os 37 anos:
- ajuda da população a uma grávida em apuros, sozinha, à noite (19h30 entenda-se noite no inverno, porque no verão seria de dia);
- apesar de ter caído sozinha, ainda consegui chamar uma amiga para me ajudar - coitada, estava em pânico;
- parti a cabeça - apesar de não ser cosida levei uns pontos daqueles de pensos em cola;
- andei de ambulância pela primeira vez na vida;
- fui assistida pelos bombeiros;
- andei de cadeira de rodas do HBA todo a noite, conduzida pelo marido;
- o marido pensava que eu tinha sido atropelada, estava branco quando me viu chegar de ambulância;
- fiquei de baixa 10 dias;
- a minha mãe teve que me vir ajudar em casa: a vestir-me, a levar-me aos médicos, a fazer o almoço, dar me banho, arrumar-me a casa;
Descobri que com este episódio, parece que as grávidas caiem imenso durante os meses de gestação - segundo consta o centro de gravidade altera-se.
Agora, tenho a família sempre "em cima" a querer saber se estou bem, o marido a dizer-me a toda a hora que "à noite é para estar em casa", no trabalho imensas pessoas me ligaram preocupadas.
Entretanto recuperei já há uma semana as rotinas, já conduzo (porque a mão esquerda ficou uma lástima), já voltei ao trabalho e a cabeça já nem parece ter nada.
Tenho que ter cuidado, sem dúvida, não me quero voltar a magoar, pois não ganhei para o susto.
Eu sei, carrego comigo uma grande responsabilidade e que neste momento tenho a consciência que é uma responsabilidade praticamente só minha, carrego a minha filha todos os dias, 24 horas por dia, de carro, a pé, deitada na cama, a tomar banho, e tenho que cuidar dela, pois só quando nascer poderemos cuidar a 100% os dois!
Tenho em mim todos os sonhos do mundo e por isso mesmo, tenho que zelar por eles, para que todos se possam concretizar!
Faz esta semana 3 semanas que cai na rua. É verdade, tropecei num passeio, estava escuro e não vi.
Foi das piores experiências da minha vida.
Nunca perdi os sentidos, dão vomitei e sempre tive consciência de que não bati com a barriga em lado nenhum.
Experimentei várias coisas novas mesmo à porta de completar os 37 anos:
- ajuda da população a uma grávida em apuros, sozinha, à noite (19h30 entenda-se noite no inverno, porque no verão seria de dia);
- apesar de ter caído sozinha, ainda consegui chamar uma amiga para me ajudar - coitada, estava em pânico;
- parti a cabeça - apesar de não ser cosida levei uns pontos daqueles de pensos em cola;
- andei de ambulância pela primeira vez na vida;
- fui assistida pelos bombeiros;
- andei de cadeira de rodas do HBA todo a noite, conduzida pelo marido;
- o marido pensava que eu tinha sido atropelada, estava branco quando me viu chegar de ambulância;
- fiquei de baixa 10 dias;
- a minha mãe teve que me vir ajudar em casa: a vestir-me, a levar-me aos médicos, a fazer o almoço, dar me banho, arrumar-me a casa;
Descobri que com este episódio, parece que as grávidas caiem imenso durante os meses de gestação - segundo consta o centro de gravidade altera-se.
Agora, tenho a família sempre "em cima" a querer saber se estou bem, o marido a dizer-me a toda a hora que "à noite é para estar em casa", no trabalho imensas pessoas me ligaram preocupadas.
Entretanto recuperei já há uma semana as rotinas, já conduzo (porque a mão esquerda ficou uma lástima), já voltei ao trabalho e a cabeça já nem parece ter nada.
Tenho que ter cuidado, sem dúvida, não me quero voltar a magoar, pois não ganhei para o susto.
Eu sei, carrego comigo uma grande responsabilidade e que neste momento tenho a consciência que é uma responsabilidade praticamente só minha, carrego a minha filha todos os dias, 24 horas por dia, de carro, a pé, deitada na cama, a tomar banho, e tenho que cuidar dela, pois só quando nascer poderemos cuidar a 100% os dois!
Tenho em mim todos os sonhos do mundo e por isso mesmo, tenho que zelar por eles, para que todos se possam concretizar!
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Catarina
ORIGEM: no latim medieval vem do grego Katharós (puro), de Ekateríne, derivado do nome da deusa Ekáte. Usaram este nome várias rainhas, mas as mais importantes são Catarina, a Grande, czarina da Rússia, Catarina de Médicis, a maquiavélica rainha de França e ainda Catarina de Aragão, bem como as famosas as atrizes Catherine Deneuve e Catherine Hepburn.
PERSONALIDADE: Catarina tem uma grande necessidade de agradar, mas não a qualquer pessoa e nunca de qualquer maneira. Prefere a solidão à convivência com a mediocridade e teme muito as perdas afetivas, o que a prejudica na decisão de unir-se a alguém. Muito criativa e de fértil imaginação sabe construir situações interessantes, perdendo-se por vezes, na necessária rotina para a sua manutenção.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
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