sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Depressão vs Ansiedade

Li hoje nas notícias um estudo em que diz que "Um terço da população portuguesa sofre de depressão e ansiedade".
Pois também eu.
Às segundas feiras de manhã estou deprimida com o recomeço da semana e ao mesmo tempo ansiosa que chegue a sexta feira.
Isto também conta para a estatística, ou não?


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

London

Gosto de viajar.
Já sabiam? Pois. Claro que já!

Londres é definitivamente a cidade onde se pudesse voltaria todos os anos.
Tem uma mística única, um ambiente extraordinário e apesar de a acharem extremamente cinzenta, está cheia de gente sorridente e bem disposta.
Em todo o lado nos sorriem e nos cumprimentam como se fossemos importantes.
Seja num café de esquina ou num museu, somos sempre bem recebidos.

E digam lá o que disserem, o Natal é uma época fantástica para a visitar. Sempre.

Já lá fui três vezes.
Janeiro (2007), Março (2009) e Novembro (2013).
A vez que mais gostei foi a última. Não só porque levei o D. até lá, mas porque apanhei nas ruas a época natalícia que tanto gosto.
Feiras de rua, mercados, comida, gente por todo o lado passeava com zero graus e umas pingas de chuva.
Aquilo sim, dá gosto ver, visitar, tudo arrumado, tudo organizado, metro a passar de 2 em 2 minutos.
Fantástico.

Não, não é uma cidade barata, começa logo pela moeda ser diferente.
Mas, Lisboa é barata por acaso?
Só não temos tanta noção disso, que vivemos numa cidade cara, porque não se fazem câmbios de moedas diariamente.

Quero tanto lá voltar...e então nesta época...!

Bem tenho "mandado para o ar" este pedido...a ver se o D. me leva lá outra vez. Brevemente.

Keep Dreaming Girl...

London. The Iconic City. So Perfect. 

(imagem retirada da internet)



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

WESTWORLD


Sou uma fervorosa amante de séries televisivas.
Séries boas, entenda-se.
Não gosto muito de perder tempo a ver qualquer coisa que dê na televisão, até porque normalmente o tempo é pouco e não tenho idade para fazer fretes a ver o que está na moda por exemplo.

Descobri que ia estrear uma série nova no TV Series e fiquei curiosa quanto a quatro situações:
- primeiro era a estreia mundial do episódio 1;
- o tema era muito diferente do que costumo ver;
- entra o Ed Harris;
- entra o Anthony Hopkins.

O resto? 
Bem, o resto têm que ver... porque a série não dá para explicar em três linhas.
Além disso o tema da mesma é: Drama, Sci-Fi, Western.
E só por aqui se vê a diversidade da história...
 
Adianto apenas que é imensamente misteriosa (vou no episódio quatro agora, hoje estreia o oitavo) e muito interessante, diferente do que estamos habituados.

sábado, 19 de novembro de 2016

Trinta e Sete

Parabéns a ti, por mais um aniversário.

Como já disse anteriormente, poderia dizer milhares de coisas sobre ti, mas o melhor da vida não está nas coisas que se dizem ou se escrevem, mas sim gravados nas experiências que vivemos diariamente.

Que o teu sorriso nunca acabe, porque ninguém me faz sorrir como tu! 

Parabéns! 


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Trilhos ou Cadilhos

Ao longo da vida escolhemos os nossos caminhos.
Às vezes a escolha é fácil, outras nem tanto.
Às vezes acertamos à primeira, outras vezes nem à 10ª tentativa.

No entanto, o que importa é que para nós próprios escolhemos o caminho certo, o caminho que achamos ser o melhor para nós.

Muitas vezes a meio do caminho temos que voltar para trás ou virar no cruzamento seguinte. Mas, não somos árvores, portanto podemos sempre sair do local onde estamos e seguir a outra via. E mesmo hoje em dia há árvores cultivadas num terreno e transportadas depois para outro...

Nesta caminhada toda o que custa muitas vezes é perceber se o caminho que vamos a trilhar é mesmo o correto para nós.

Diariamente temos pela frente decisões importantes para tomar, que podem ser a nível pessoal ou laboral, por exemplo, e todos os dias somos postos à prova perante as opções que temos em mãos.
Vacilamos. Pensamos e voltamos a pensar vezes sem conta. E concluímos que algum caminho temos que decidir seguir. Mesmo que seja errado, aprenderemos alguma coisa com isso.

Sigamos os nossos caminhos, rodeados com as pessoas certas, aquelas que valem a pena ter na nossa vida e partilhar momentos diversos.

Acima de tudo, sejamos conscientes das decisões que tomamos, isso será sempre o mais importante na nossa vida.




quarta-feira, 9 de novembro de 2016

God Save US.A(ll)

De facto não haviam muitas escolhas aos americanos para estas eleições.
Segundo consta, este ano foi o pior em termos de opções de candidatos como deve ser.
No entanto, entre duas opções, tentaremos sempre escolher o mal menor. Certo?
Na América não é assim.

E lá vai o Trump subir à presidência, lugar ocupado por gente de toda a espécie, mas nunca como ele.

Vamos ver o que nos aguarda esta decisão deste povo inteiro, que sem se lembrarem do que escolheram no dia que colocaram a cruz nos boletins de voto, que esta decisão vai afectar um MUNDO inteiro e não apenas o seu país.

Resta-nos aguardar, a mim para já com alguma preocupação, o que aí vem.

Derrubam-se muros na Europa, erguem-se muros na América.

E assim vai o mundo...


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Escolhas

Algo que costumo dizer e pensar muitas vezes:

"Nós somos as escolhas que fazemos.
Não nos devemos arrepender se em determinada altura escolhemos fazer algo de uma forma ou de outra. O que escolhemos fazer naquele dia, naquele momento da nossa vida, escolhemos porque assim fazia sentido que acontecesse. Sem arrependimentos."

Acho que é assim que devemos olhar para as decisões que tomamos.
Erradas ou certas, boas ou más, são decisões tomadas em consciência (ou não) com os parâmetros do momento, com as opções do momento, com as ideias do momento.
Há que assumir isso. Sem medos, nem fragilidades.

Não dizer a frase "devia ter feito assim em vez de assado...".
Nunca!
Mesmo que sejam as escolhas mais erradas na vida, com elas aprendemos sempre alguma coisa, nem que seja a não voltar a cometer os mesmos erros.

Errar é humano...que não se perca a humanidade, nunca!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Eu Julgo, Tu Julgas, Julgamos todos Mal

Julgar.
Verbo transitivo. Significa, segundo o dicionário de português, "Proceder ao exame da causa de...", "Decidir - enquanto juiz, árbitro, etc", "Sentenciar", "Formar juízo acerca de..." e por aí fora.

Hoje vinha para casa a pensar neste acto - por vezes inconsciente.
Olhamos à nossa volta e todos os dias somos juízes de algo ou de alguém. Olhamos e achamos que temos o direito de julgar os outros só pelo que vemos, sem avaliar tudo o que esconde apenas por vezes um rosto ou uma simples atitude.

Ninguém conta tudo o que sabe, o que sente, o que pensa.
Cada um conta a versão da sua história, vista da sua perspectiva. Não quer dizer que seja mentira, pode apenas ser a sua forma de olhar para a situação.
O que para muitos parece normal, para tantos outros é uma loucura.

Mas o que define a normalidade afinal?

Eu tenho os meus padrões, aqueles que me ensinaram os meus pais, os que aprendi na escola, os que aprendi nas ruas a brincar com os amigos ou já mais crescida nos empregos por onde fui passando.
Mas teremos todos os padrões alinhados, como os planetas, e em comunhão de bens adquiridos?
Não me parece! 

Somos todos diferentes do ser mais parecido connosco. E não há duas pessoas iguais em lado nenhum. Nem mesmo os gémeos verdadeiros o são. 

Aceitemos os outros, com seus defeitos e virtudes, com suas opiniões, em convergência com as nossas ou não.
Nunca sabemos tudo. Nunca nos contam tudo. Nunca devemos julgar nada! Isso é certo.

E já diz um ditado antigo: "nem tudo o que parece é".

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Temperaturas

Que estranha sensação esta de sair à rua às oito da manhã e estarem 18 graus no dia de hoje...

Será mesmo outono ou o verão mudou de hemisfério sem avisar?

Esperemos pelas longas noites, que esta mudança de horário nos traz, e que venham frescas para poder enrolar-me contigo nas mantas da nossa vida e desfrutar do quente dos nossos serões.

Books & Dreams

Este ano será de pausa nos estudos (apesar de sentir um pouco falta disso).

Estou a precisar de descansar um pouco, dedicar-me um pouco mais à actividade laboral que exerço diariamente e fazer um pouco mais de desporto.
Tenho aproveitado para ler alguns livros que queria muito e também para pôr a "escrita em dia".

Gosto de um bom romance, mas sinceramente o que mais me entusiasma é um bom thriller, um bom policial.
Descobri há dois meses, pelas mãos da minha sogra, uma autora sueca que nesta área do policial é um estrondo: Camilla Lackberg
Já tem cerca de 16 livros publicados, nem todos em Portugal, mas esta espécie de colecção começa pelo livro "A Princesa do Gelo" e continua por aí em diante... Vou neste momento no terceiro livro dela que se chama "Teia de Cinzas" (terminei na semana passada de ler "Os Gritos do Passado").

Ela tem uma capacidade enorme de nos prender à história, capacidade esta que só vislumbro num outro autor (americano) do livro "Pensa Num Número", John Verdon. Estamos envolvidos num capítulo intenso da narrativa e quando estamos quase a descobrir algo importante, ela corta tudo e passa para outro cenário, outras personagens...o que mais queremos é terminar aquela parte e a seguinte até voltar a "apanhar" aquele fio condutor. Impressionante!
Antes destes livros tinha ficado maravilhada com a Triologia Millennium, de Stieg Larson (também sueco por acaso e já falecido), mas o 4º volume escrito por outro autor deixa muito a desejar!

Entretanto ao mesmo tempo que leio este da Camilla tenho ainda na mesa de cabeceira o livro "Levantado do Chão", de José Saramago e a biografia de Winston Churchill, que é para se ir lendo...

Venham daí esses dias de inverno, que ler será o melhor remédio!