Assim vão os dias.
O sábado soa a quinta feira, a segunda-feira parece uma sexta... já a terça cheira a sábado.
Só o domingo continua com o gosto amargo dos domingos comuns.
Os dias parecem iguais e na realidade quase que o são.
Podemos reinventar-nos, podemos ler umas páginas de um livro, ver um episódio de uma série.
Mas a realidade é que esta não é a nossa vida comum.
Apesar do tempo "que me estão dar" para viver com a minha filha a tempo inteiro, a oportunidade de vê la crescer, esta não é a minha realidade.
Eu tenho um emprego, uma profissão, uma rotina diária, colegas de trabalho, faço chamadas, respondo a e mails diariamente.
E agora?
Agora parece que não sou eu e ao mesmo tempo sinto-me agradecida por estes pedaços de tempo em que a vejo crescer, fazemos desenhos, jogamos jogos, regamos a relva, lemos uma história ou fazemos ginástica.
Coisas simples. E que fazem dela uma criança feliz.
Acho que quando isto terminar, vamos poder olhar para tudo e repensar a nossa forma de estar no mundo, diariamente.
A correria dos dias, fará sentido?
Podemos ter uma profissão que nos dê tempo de qualidade com os nossos e de qualidade para nós?
Haverá tempo para ler ou ver um filme?
Ver carros passar ou apanhar pedrinhas?
Ou mesmo tempo só para ouvir o nosso silêncio?
O futuro é incerto...e enquanto ele não chega, vamos viver estes dias com a máxima alegria que consigamos. Em casa.
A Espantosa Realidade das Coisas
Escrevo para mim, porque gosto de me ler. Não tenho pretensões de ser seguida por milhões, este blog nasce desta minha paixão pelas letras, que juntas formam palavras que formam frases e pensamentos meus. Leiam-me, se gostarem. Sigam-me, se quiserem!
sábado, 18 de abril de 2020
quarta-feira, 15 de abril de 2020
Dia Trinta e Quatro
Hoje, ao 34º dia desta quarentena, para já sem doentes na família ou amigos (que se saiba), dou por mim a pensar que tenho em mim várias profissões:
- manicura;
- pedicure;
- cabeleireira;
- esteticista;
- cozinheira;
- pasteleira;
- fotografa;
- padeira;
- senhora das limpezas;
- electricista;
- educadora de infância;
- auxiliar de educação;
- palhaça;
- dançarina;
- cantora;
- instrutora de ginástica;
- contadora de histórias;
- pintora e artista plástica;
- analista política;
- escritora;
- economista;
- crítica de cinema;
- crítica literária;
- especialista do sono infantil;
- agricultora;
- enfermeira.
A saber:
- fotografar recém nascidos vou aprender;
- jardinagem estou a aprender;
- costura estou a ponderar aprender;
O mais importante de tudo: mãe e mulher a tempo inteiro!
E assim vai o nosso pequeno mundo, ao dia 34 desta quarentena preventiva.
Fiquemos em casa.
Afinal de contas, não custa assim tanto e ajuda-nos a percebermos nos um pouco melhor a nós mesmos...
- manicura;
- pedicure;
- cabeleireira;
- esteticista;
- cozinheira;
- pasteleira;
- fotografa;
- padeira;
- senhora das limpezas;
- electricista;
- educadora de infância;
- auxiliar de educação;
- palhaça;
- dançarina;
- cantora;
- instrutora de ginástica;
- contadora de histórias;
- pintora e artista plástica;
- analista política;
- escritora;
- economista;
- crítica de cinema;
- crítica literária;
- especialista do sono infantil;
- agricultora;
- enfermeira.
A saber:
- fotografar recém nascidos vou aprender;
- jardinagem estou a aprender;
- costura estou a ponderar aprender;
O mais importante de tudo: mãe e mulher a tempo inteiro!
E assim vai o nosso pequeno mundo, ao dia 34 desta quarentena preventiva.
Fiquemos em casa.
Afinal de contas, não custa assim tanto e ajuda-nos a percebermos nos um pouco melhor a nós mesmos...
segunda-feira, 6 de abril de 2020
23 meses de e com a Cata
Estou há muito tempo sem escrever aqui.
Aqui no meu espaço, que criei para libertar me das palavras.
Aqui no meu espaço, que criei para libertar me das palavras.
E, entretanto
neste meu caminho da maternidade, já aconteceram tantas coisas, boas e outras
menos boas, que para escrever sobre isto tudo em tão poucas linhas, não teria tempo suficiente - escrevo enquanto ela dorme uma sesta agora.
Voltei
ao trabalho no final de 2018 e as rotinas desde que ela fez um ano e o horário
passou a ser completo não facilitam no tempo disponível para outras coisas ao
final do dia senão dar-lhe toda a atenção que ela tem direito.
No
entanto, não posso deixar passar em branco estes 23 meses, as
aprendizagens, a evolução nas palavras, nas brincadeiras.
Já anda. Já corre. Já cai e se levanta.
Já sacode as mãos e diz que quer fazer óó.
Diz que tem xixi ou mesmo cocó.
Adora brincar na rua, com as molas ou o regador, que diz ser dela.
Gosta de ajudar a avó a regar e de levar o Thor a passear.
Já anda. Já corre. Já cai e se levanta.
Já sacode as mãos e diz que quer fazer óó.
Diz que tem xixi ou mesmo cocó.
Adora brincar na rua, com as molas ou o regador, que diz ser dela.
Gosta de ajudar a avó a regar e de levar o Thor a passear.
Percebe
tudo o que lhe dizemos.
Faz (na maioria das vezes) como lhe pedimos para fazer.
E expressa se já tão bem, que já faz perguntas.
Adora desenhar carros ou um simples "cocoiol" (caracol).
Faz (na maioria das vezes) como lhe pedimos para fazer.
E expressa se já tão bem, que já faz perguntas.
Adora desenhar carros ou um simples "cocoiol" (caracol).
É
incrível vê la crescer.
Saudável e Feliz.
Gosta do tractor do pai e de agarrar na terra.
De fazer Legos e desmontar tudo de seguida.
Adora que lhe leia uma história, principalmente a história da coruja "Feliz".
Adora ver 1467 vezes por dia o babyshark ou dançar as canções do "Panda e os Caricas".
Dá saltos, parece um gafanhoto, e tem uma amiga no nosso quintal, a Lagartixa (que para ela é a Cacaxia), que ou está a passear ou a fazer óó. Raramente aparece.
Gosta de comer, odeia sopa, e está sempre a pedir "rucas" (iogurtes).
Não é muito gulosa, não gosta de bolos, mas adora um bom gelado de morango fresquinho, que partilha colheradas com o pai.
E assim vão os dias... nesta quarentena, que de tudo o que tem de mau lá fora, aqui dentro da nossa casa posso desfrutar do crescimento dela, aprender e ensinar o que sei, contar histórias e ouvir canções bonitas, aprender com ela a simplicidade da vida.
O Mundo aos olhos de uma criança tem uma beleza única.
E aqui, agora, todos os dias passaram a ser como se fossem sábados...ou domingos!
Saudável e Feliz.
Gosta do tractor do pai e de agarrar na terra.
De fazer Legos e desmontar tudo de seguida.
Adora que lhe leia uma história, principalmente a história da coruja "Feliz".
Adora ver 1467 vezes por dia o babyshark ou dançar as canções do "Panda e os Caricas".
Dá saltos, parece um gafanhoto, e tem uma amiga no nosso quintal, a Lagartixa (que para ela é a Cacaxia), que ou está a passear ou a fazer óó. Raramente aparece.
Gosta de comer, odeia sopa, e está sempre a pedir "rucas" (iogurtes).
Não é muito gulosa, não gosta de bolos, mas adora um bom gelado de morango fresquinho, que partilha colheradas com o pai.
E assim vão os dias... nesta quarentena, que de tudo o que tem de mau lá fora, aqui dentro da nossa casa posso desfrutar do crescimento dela, aprender e ensinar o que sei, contar histórias e ouvir canções bonitas, aprender com ela a simplicidade da vida.
O Mundo aos olhos de uma criança tem uma beleza única.
E aqui, agora, todos os dias passaram a ser como se fossem sábados...ou domingos!
sábado, 21 de março de 2020
Dia Mundial da Poesia 2020
Quando Vier a Primavera
Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera
passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu
tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter
preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
(Poemas Inconjuntos, heterónimo de Fernando Pessoa)
Alberto Caeiro
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Não penses...
“Não
penses. Que raio de mania essa de estares sempre a querer pensar. Pensar é
trocar uma flor por um silogismo, um vivo por um morto. Pensar é não ver. Olha
apenas, vê. Está um dia enorme de sol. Talvez que de noite, acabou-se, como diz
o filósofo da ave de Minerva. Mas não agora. Há alegria bastante para se não
pensar, que é coisa sempre triste. Olha, escuta. Nas passagens de nível, havia
um aviso de «pare, escute, olhe» com vistas ao atropelo dos comboios. É o aviso
que devia haver nestes dias magníficos de sol. Olha a luz. Escuta a alegria dos
pássaros. Não penses, que é sacrilégio.”
Virgílio Ferreira
terça-feira, 12 de março de 2019
Dez. Meses.
06.03.2019
Hoje fazes dez meses.
Parabéns filha.
Estou há uma semana para terminar de escrever sobre os teus dez meses.
Não tenho conseguido, ando um bocadinho cansada e sem paciência para a escrita, que é algo que eu gosto tanto.
Tem sido uma experiência incrível, sem duvida, mas mais incrível que a experiência, és TU.
Tens sido um bebé extraordinário. A todos os níveis.
Claro que me vão dizer que como sou tua mãe, aos meus olhos tu serás sempre a melhor criança de todas. É possível que assim seja, até porque és mesmo a MELHOR criança de todas as que conheço.
És a mais doce, a mais simpática, a mais arisca, a mais refilona, a mais elegante e comilona; és ainda a mais dorminhoca, a mais risonha e a miúda mais bem disposta que alguma vez conheci.
Os meus dias mais cinzentos são coloridos por ti. Pintados a todas as cores do arco íris.
Os teus sorrisos sinceros, o brilho do teu olhar, a alegria com que olhas para tudo pela primeira vez, fazem me olhar para ti e ver através de ti um mundo melhor.
Ninguém vê o mundo melhor que uma criança e tu és tão observadora e tranquila, gosto de olhar te por tempo sem fim. Apreciar os teus movimentos toscos e o teu dedo sempre espetado a apontar para o que quer ter nas mãos.
Um dia esse brilho vai desvanecer, que a idade adulta tem destas contrariedades. No entanto, gostava que o pudesses manter por muito tempo, porque ver o que nos rodeia através de ti tem sido das maiores e melhores aprendizagens da minha vida.
Só tu olhas para uma flor e vês a sua verdadeira essência.
Só tu olhas para uma árvore e vês a sua verdadeira beleza.
Que nunca percas a criança que há em ti.
Que sempre consigas olhar à tua volta, sem julgar, e ver o que realmente importa.
Sei que vai ser difícil sempre ter isto em conta, mas vale a pena tentar.
De qualquer das formas, estarei sempre aqui para te ajudar a enfrentar as mudanças que o crescimento acarreta. Que eu nunca te falta, nem tu a mim.
Somos a melhor prenda uma da outra.
Adoro te filha.
Minha Catarina.
Hoje fazes dez meses.
Parabéns filha.
Estou há uma semana para terminar de escrever sobre os teus dez meses.
Não tenho conseguido, ando um bocadinho cansada e sem paciência para a escrita, que é algo que eu gosto tanto.
Tem sido uma experiência incrível, sem duvida, mas mais incrível que a experiência, és TU.
Tens sido um bebé extraordinário. A todos os níveis.
Claro que me vão dizer que como sou tua mãe, aos meus olhos tu serás sempre a melhor criança de todas. É possível que assim seja, até porque és mesmo a MELHOR criança de todas as que conheço.
És a mais doce, a mais simpática, a mais arisca, a mais refilona, a mais elegante e comilona; és ainda a mais dorminhoca, a mais risonha e a miúda mais bem disposta que alguma vez conheci.
Os meus dias mais cinzentos são coloridos por ti. Pintados a todas as cores do arco íris.
Os teus sorrisos sinceros, o brilho do teu olhar, a alegria com que olhas para tudo pela primeira vez, fazem me olhar para ti e ver através de ti um mundo melhor.
Ninguém vê o mundo melhor que uma criança e tu és tão observadora e tranquila, gosto de olhar te por tempo sem fim. Apreciar os teus movimentos toscos e o teu dedo sempre espetado a apontar para o que quer ter nas mãos.
Um dia esse brilho vai desvanecer, que a idade adulta tem destas contrariedades. No entanto, gostava que o pudesses manter por muito tempo, porque ver o que nos rodeia através de ti tem sido das maiores e melhores aprendizagens da minha vida.
Só tu olhas para uma flor e vês a sua verdadeira essência.
Só tu olhas para uma árvore e vês a sua verdadeira beleza.
Que nunca percas a criança que há em ti.
Que sempre consigas olhar à tua volta, sem julgar, e ver o que realmente importa.
Sei que vai ser difícil sempre ter isto em conta, mas vale a pena tentar.
De qualquer das formas, estarei sempre aqui para te ajudar a enfrentar as mudanças que o crescimento acarreta. Que eu nunca te falta, nem tu a mim.
Somos a melhor prenda uma da outra.
Adoro te filha.
Minha Catarina.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Mãe vs Treino
Ser Mãe. Ser Fit.
Bem, durante a gravidez engordei 17 kg. É verdade, apesar de não ter comido por dois, a minha tendência para engordar é grande e não consegui ficar-me pelos tão desejados 10 - 12 kg.
Mas agora, dois meses depois da cesariana, ainda tenho muito trabalho pela frente, apesar de já ter perdido 10 kg.
A Catarina nasceu e atrás dela ficou uma barriga, digamos, proeminente.
Quem me conhece sabe que, apesar de não ser propriamente uma pessoa "fibrada", gostava muito de ginásio e ia com alguma frequência. Quando soube que estava grávida, em Setembro de 2017, cancelei o ginásio e entretanto em Janeiro inscrevi-me numas aulas tipo pilates próprias para grávidas.
Agora, depois de 39 semanas de gestação e 8 semanas pós parto e mais 17 kg desde que engravidei e mais 22 kg desde que deixei de tomar a pílula, retomei o exercício físico.
Uma vez por semana frequento uma Aula Pós Parto, na Árvore dos Bebés, em Loures, e todos os dias em casa tento fazer uma série de exercícios, que vejo num canal do YouTube.
Mudei alguns hábitos alimentares - tendo cuidado por causa da amamentação -, voltei a comer sopa e queijo fresco ao jantar, beber muita água, ao almoço tentar comer mais grelhados e saladas.
É uma fase complicada.
Aliás, para mim tem sido difícil emagrecer e quem me conhece sabe o quanto isto mexe comigo e com o meu estar. Nunca tive barriga como tenho agora, nunca pesei o que peso agora e apesar de estar e me sentir feliz, a verdade é que isto me entristece, pois demora a recuperar.
Nesta fase ainda nem sequer posso fazer todo e qualquer tipo de exercício abdominal, não posso correr só caminhar, mas o que posso fazer já tenho feito.
Interiorizei esta ideia de ficar melhor do que estava antes e vou levá-la até ao fim.
Detesto olhar para o meu roupeiro e nada me servir; as minhas calças de pré mãe não me servem; passei de um M para um L; vou aos saldos e não compro nada porque não é o meu número.
Mas, tal como a maternidade é muito difícil no primeiro mês e vai melhorando à medida que os dias passam, também acredito que com o nosso corpo aos 37 anos é assim: coisas boas levam tempo!
Por isso, 2 meses depois da cesariana, comecei o meu plano de tonificar e perder peso.
Objectivo: perder 7 kg inicialmente (peso que ainda tenho a mais desde que engravidei) e posteriormente perder mais 5 a 8 kg para voltar ao peso que acho bom para mim.
Enquanto a Catarina dorme...eu faço ginástica em casa! Não há desculpas, estamos em casa e temos tempo para nós - bastam 20 / 30 minutos.
Bem, durante a gravidez engordei 17 kg. É verdade, apesar de não ter comido por dois, a minha tendência para engordar é grande e não consegui ficar-me pelos tão desejados 10 - 12 kg.
Mas agora, dois meses depois da cesariana, ainda tenho muito trabalho pela frente, apesar de já ter perdido 10 kg.
A Catarina nasceu e atrás dela ficou uma barriga, digamos, proeminente.
Quem me conhece sabe que, apesar de não ser propriamente uma pessoa "fibrada", gostava muito de ginásio e ia com alguma frequência. Quando soube que estava grávida, em Setembro de 2017, cancelei o ginásio e entretanto em Janeiro inscrevi-me numas aulas tipo pilates próprias para grávidas.
Agora, depois de 39 semanas de gestação e 8 semanas pós parto e mais 17 kg desde que engravidei e mais 22 kg desde que deixei de tomar a pílula, retomei o exercício físico.
Uma vez por semana frequento uma Aula Pós Parto, na Árvore dos Bebés, em Loures, e todos os dias em casa tento fazer uma série de exercícios, que vejo num canal do YouTube.
Mudei alguns hábitos alimentares - tendo cuidado por causa da amamentação -, voltei a comer sopa e queijo fresco ao jantar, beber muita água, ao almoço tentar comer mais grelhados e saladas.
É uma fase complicada.
Aliás, para mim tem sido difícil emagrecer e quem me conhece sabe o quanto isto mexe comigo e com o meu estar. Nunca tive barriga como tenho agora, nunca pesei o que peso agora e apesar de estar e me sentir feliz, a verdade é que isto me entristece, pois demora a recuperar.
Nesta fase ainda nem sequer posso fazer todo e qualquer tipo de exercício abdominal, não posso correr só caminhar, mas o que posso fazer já tenho feito.
Interiorizei esta ideia de ficar melhor do que estava antes e vou levá-la até ao fim.
Detesto olhar para o meu roupeiro e nada me servir; as minhas calças de pré mãe não me servem; passei de um M para um L; vou aos saldos e não compro nada porque não é o meu número.
Mas, tal como a maternidade é muito difícil no primeiro mês e vai melhorando à medida que os dias passam, também acredito que com o nosso corpo aos 37 anos é assim: coisas boas levam tempo!
Por isso, 2 meses depois da cesariana, comecei o meu plano de tonificar e perder peso.
Objectivo: perder 7 kg inicialmente (peso que ainda tenho a mais desde que engravidei) e posteriormente perder mais 5 a 8 kg para voltar ao peso que acho bom para mim.
Enquanto a Catarina dorme...eu faço ginástica em casa! Não há desculpas, estamos em casa e temos tempo para nós - bastam 20 / 30 minutos.
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