Parabéns.
Nesta data querida.
Muitas felicidades.
Muitos anos de vida!
eheheheheheehheh
Beijinho para ti, de cá para aí!
Escrevo para mim, porque gosto de me ler. Não tenho pretensões de ser seguida por milhões, este blog nasce desta minha paixão pelas letras, que juntas formam palavras que formam frases e pensamentos meus. Leiam-me, se gostarem. Sigam-me, se quiserem!
terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
P O R T U G A L
Quem diria?
Portugal Campeão Europeu 2016.
Depois da fase de grupos sofrida, com um grupo aparentemente
fácil, rebuscados do 3º lugar, chegados ali sem nenhuma vitória, só empates e
prolongamentos e ainda penalties.
Chegou a vez da fase do mata, mata e perante um País de
Gales forte nas meias finais, marcámos 2
golos (Ronaldo a voar quase 3 metros e Nani a finalizar um remate do capitão).
A primeira vitória dentro dos 90 minutos chegava finalmente.
Sofrida. Mas chegou. Merecida.
Estávamos assim novamente numa final de um europeu…
Calhou-nos a equipa anfitriã: França. Reinventar a final de
84, em Marselha. Queríamos vingar aquela derrota injusta.
Sabíamos que seria um jogo difícil. Não pelo jogo em si, mas
pelo poder que envolve esta equipa e seus defensores na UEFA. Não pela disputa
nas 4 linhas, mas sim pela disputa de excesso de poder e excesso de corrupção
que envolve o futebol. Infelizmente.
E os franceses foram pequeninos. Não do tamanho do país
deles, mas do tamanho da sua mentalidade.
Aos 25 minutos Cristiano Ronaldo saiu. Lesionado. Tentou por
tudo desde os 7 minutos aguentar a pancada que sofreu do francês Payet que
cruelmente lhe acertou de propósito no joelho mais frágil. Eles sabiam quem
tinham que eliminar do jogo. E fizeram-no tão bem como só eles o sabem: à
traição.
Uns cobardes!
Entrou Quaresma para o substituir, enquanto Ronaldo saia em
lágrimas, de maca, devastado, destroçado.
Também tentarem fazer o mesmo ao Quaresma e ao Nani. Tiveram
menos sorte!
Mas no fim, no fim é que se fazem as contas.
E ontem venceu a humildade, a honestidade, a coragem, o
talento, a ambição, o respeito. Vitória sofrida de um país inteiro e pequenino contra
um Mundo cruel.
Voltamos a ser conquistadores, como noutros tempos de glória,
navegando por mares perigosos mas sempre confiantes.
E eu, confesso-me, não acreditava que passássemos da fase de
grupos depois do que assisti frente à Islândia (primeira vez numa competição
desta natureza)…
Mas o importante foram eles, que em campo sempre acreditaram
e nós aqui no fundo torcíamos e tentávamos igualmente acreditar.
E assim foi: aos 112 minutos do prolongamento, o herói
improvável (como o apelidaram), Éder,
marcou o golo da vitória. Sofrido. Mas justo.
Eu disse: as lágrimas do Ronaldo seriam no final de alegria!
Grande Capitão deste barco, ao leme com um homem simples e honesto, como poucos,
o Eng.º Fernando Santos.
Ficam para a história da história das nossas gentes.
Obrigada Portugal
Obrigada Selecção por ergueremos o nosso nome perante os
colossos desta Europa que só nos quer desgraçar mais do que já supostamente
estamos.
Fomos grandes, fomos enormes, somos gigantes!
Muito orgulho
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