quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Sonhos Profissionais



Ser jornalista. 

Praticamente toda a minha vida o sonhei ser. E consegui. Por momentos.

Tirei o curso superior, fiz formações (nunca cheguei a tirar a carteira profissional), e claro, fiz igualmente estágios não remunerados. 
Depois seria uma sorte conseguir ficar no tal jornal desportivo onde estive três meses, essencialmente a trabalhar em jornalismo digital (escrever para o site).

Após a preferência pelo desporto, ser repórter de guerra era talvez a segunda área que mais me fascinava. Cenários de conflito: habituei-me a ver o jornalista José Rodrigues dos Santos neste papel e em certa altura da minha vida achava que seria mesmo aquilo que eu gostaria de fazer: reportagem em zonas de conflito.

No entanto, o jornalismo que eu achava conhecer (há 15 anos quando escolhi esta área) desilude-me muitas vezes. Principalmente aquele jornalismo brega. Fácil. Sem conteúdo, apenas exploração da notícia mesquinha do quotidiano de cidadãos comuns. 

Mas, felizmente e graças à TV por cabo, ainda existem bons canais de informação (mesmo portugueses). 


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