Não sou facilmente impressionável. Não.
Sou de lágrima às vezes fácil. Confesso que sim.
Adoro uma boa série, um bom enredo. Com toda a certeza.
E The Walking Dead
tem isto tudo e mais alguma coisa. Alguns episódios menos conseguidos, mas de
forma geral bons. Apesar de nem todos os actores intervenientes terem um papel
excelente, o núcleo central (até agora, temporada II, episódio 7), ainda
convence.
Convence tanto que esta noite tive pesadelos.
Tenho muitas vezes o sono agitado, mas há muito tempo que
não me lembrava de tal coisa me acontecer a meio da noite.
Não é que me levantei, sentei-me ao fundo e na ponta da
cama, pés no chão e comecei a tapar um “suposto buraco”, no chão de madeira
(mas que na realidade estava a acontecer na minha cama, com os meus lençóis, um
buraco imaginário no colchão)?
Pois é verdade.
Estiquei o lençol de cima, todo para cima, de tal forma que
fiquei ao relento.
Sem nada a tapar-me.
E a aflição era tanta de o bicho sair por aquele buraco que
voltar a deitar-me foi um custo.
Acordei novamente, ainda não tinha nascido o dia, com um
frio de rachar, congelada, dor de garganta mais acentuada, pois estava de calções
e t-shirt, e completamente destapada, só para o bicho não sair dali.
Estranhos sonhos.
Mas uma coisa é certa: esta é uma grande série, sim, mas
perturbadora ao nível do sono e muito!
Hoje vou tentar ver mais um episódio…tentar…
E espero desta vez não ter que me esconder no armário!
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