Li dois na realidade.
Esta semana li até uma entrevista que ele deu ao jornalista José Rodrigues dos Santos, há uns anos, na sua casa / biblioteca. Eco é controverso, único e irónico.
Recentemente voltei a ler "A Bilioteca", por causa da faculdade, uma obra pequenina mas extremamente interessante. E agora, após a morte deste autor extremamente controverso voltei a ler, para mim o melhor livro dele, "O Nome da Rosa". Aliás, estou a ler...
O filme é extraordinário (com o excelente, grandioso Sir Sean Connery), mas nada como livro.
Segue a sinopse do mesmo, retirada da www.wikipedia.com
Humberto Eco retratou um episódio, passado durante a Idade
Média, no qual o riso era considerado, pela Igreja, um pecado.
O enredo d'O Nome da Rosa roda em torno das investigações de
uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com
ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano Willian de
Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo nas suas
investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que
desvenda que, as causas do crime, estavam ligadas à manutenção de uma
biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceites
em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risonha criada por
Eco e atribuída romanescamente a Aristóteles.
A aventura de William de Baskerville é desta forma uma
aventura quase quixotesca.

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