quarta-feira, 9 de março de 2016

Umberto Eco

Confesso que nunca li muitos livros deste autor.
Li dois na realidade.
Esta semana li até uma entrevista que ele deu ao jornalista José Rodrigues dos Santos, há uns anos, na sua casa / biblioteca. Eco é controverso, único e irónico.

Recentemente voltei a ler "A Bilioteca", por causa da faculdade, uma obra pequenina mas extremamente interessante. E agora, após a morte deste autor extremamente controverso voltei a ler, para mim o melhor livro dele, "O Nome da Rosa". Aliás, estou a ler...
O filme é extraordinário (com o excelente, grandioso Sir Sean Connery), mas nada como livro.

Segue a sinopse do mesmo, retirada da www.wikipedia.com



Humberto Eco retratou um episódio, passado durante a Idade Média, no qual o riso era considerado, pela Igreja, um pecado.
O enredo d'O Nome da Rosa roda em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano Willian de Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo nas suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que, as causas do crime, estavam ligadas à manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceites em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risonha criada por Eco e atribuída romanescamente a Aristóteles.
A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.



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