"O amor é uma espécie de preconceito", de Charles Bukowski
Explore, de forma criativa e num texto com não mais de 300 palavras, o que esta frase transmite.
Este é o meu texto:
O amor… Esse sentimento tão simples e complicado pelo ser
humano.
Afinal, o que é o amor? No seu
sentido único da palavra, digamos.
Será um conjunto de sensações
distintas, que tanto fazem rir como chorar? Não, isto é uma peça de teatro!
Será apenas e só o conjunto de
duas pessoas que se gostam e se misturam sexualmente? Não! Isto é só a fase da paixão!
Será então viver a dois,
desfrutar dos bons momentos, dos maus, dos almoços em família ou aquele serão
com os amigos chatos dele? Sim, está mais perto esta descrição!
Será então o amor uma espécie de
preconceito assumido, de quem ama e tem vergonha de o dizer ou de quem é amado
e espalha ao mundo essa realidade?
Ou será o amor o culminar dos
nossos sentimentos mais nobres? Possivelmente.
Mas será nobre bater numa mulher,
por amor?
Será nobre oprimir uma mulher,
por amor?
Será ainda mais nobre matar uma
mulher, por amor?
Não! Nenhuma destas afirmações terá
com toda a certeza alguma nobreza implícita.
O amor é nobre sim, com os seus
defeitos e preconceitos inerentes a cada relação, mas tem que ser uma partilha
constante de momentos, de ideias, de carinhos, de vida, de estar.
Amai-vos uns aos outros, já dizia
o profeta. E ele tem razão, que a vida sem amor é um triste e preconceituoso
estar de alma, mas de alma vazia, sem substâncias.
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